Que horas são em São Paulo, Brasil ?

quarta-feira, novembro 26, 2008

DEUS é TUDO para mim !

Quando o sonho se desfaz... DEUS reconstrói!
Qdo se acabam as forças... DEUS renova!
Qdo é inevitável conter as lágrimas... DEUS dá alegria!
Qdo não há mais amor... DEUS o faz nascer!
Qdo a maldição é certa... DEUS a transforma em benção!
Qdo parecer ser o final... DEUS DÁ UM NOVO COMEÇO!
Qdo a aflição quer persistir... DEUS nos envolve com paz!
Qdo a doença assola... DEUS É QUEM CURA!
Qdo o impossível se levanta... DEUS torna POSSÍVEL!
Qdo faltam palavras... DEUS sabe o q queremos dizer!
Qdo tudo se parecer fechar... DEUS ABRE uma nova PORTA!
Qdo você diz: “Não vou conseguir“... DEUS diz: “Não temas, pois, estou contigo!
Qdo o coração é machucado por alguém... DEUS é quem derrama o bálsamo curador!
Qdo não há possibilidades... DEUS FAZ o MILAGRE!
Qdo só há morte...DEUS nos faz persistir!
Qdo a noite parecer não ter fim...DEUS faz nascer o amanhecer. Acredite... Deus preparou maravilhas para o teu amanhecer

sábado, novembro 22, 2008

"Sansão e Dalila" encerra temporada lírica do Municipal de SP a partir do dia 22




















O Teatro Municipal de São Paulo encerra sua temporada lírica de 2008 com cinco exibições da ópera "Sansão e Dalila", do compositor francês Camille Saint-Saëns nos dias 22, 24, 26 e 28 de novembro.

Finalizada em 1873, "Sansão e Dalila" foi apresentada pela primeira vez em dezembro de 1877, na Alemanha. O espetáculo segue o estilo da "grand-opéra" francesa com cenas com numerosos corais, balé e cenários grandiosos.

Nesta nova montagem sob a direção musical do maestro Jamil Maluf e direção cênica de André Heller-Lopes, Sansão é interpretado pelo tenor inglês Richard Berkley-Steele em duas apresentações. Dalila é vivida pela argentina Cecilia Diaz (nos dias 22 e 30 de novembro) e pela brasileira Denise Freitas (no dia 26). O tenor brasileiro Marcello Vannucci interpreta Sansão nos espetáculos de 24 e 28 de novembro.

"Sansão e Dalila" foi encenada no Municipal pela primeira vez em 1941. Em duas outras oportunidades, em 1989 e em 2002, foram feitas apresentações na forma de concerto, sem a encenação do espetáculo.

O elenco desta montagem é composto também pelos cantores Pepes do Valle, Lucca Meyer e Paulo Queiroz. As apresentações são acompanhadas pela Orquestra Sinfônica Municipal e pelo Coral Lírico sob a regência do maestro Jamil Maluf.

"Sansão e Dalila" terá cinco apresentações, nos dias 22, 24, 26 e 28 de novembro, às 20h30, e no dia 30 às 17h. Os ingressos custam entre R$ 10 e R$ 40.

sexta-feira, novembro 14, 2008

Festival de Natal no Municipal - Amahl e os Visitantes da Noite

ABERTURA DO FESTIVAL DE NATAL

Imagem do post


Dia 13, sáb, 16h

"Amahl e os Visitantes Noturnos"
ópera de G. C. Menotti

Eloisa Baldin, Dênia Campos – sopranos
Paulo Queirós – tenor
David Marcondes, Sandro Bodilon e Eduardo Paniza – barítonos
Coral da Igreja Batista em Planalto Paulista

Marizilda Hein, piano
João Malatian, direção cênica


Entrada Franca

Amahl, Festival de Natal !!

sexta-feira, novembro 07, 2008

TALENTO NOSSO: Paulista Thiago Arancam é um dos protagonistas de Carmen, de Bizet

Tenor brasileiro em temporada de ópera em Washington

A temporada de ‘Carmen’, ópera de Bizet que será encenada no Kennedy Centre for The Performing Arts, em Washington DC, terá um brasileiro num dos papéis principais. Ele é o jovem tenor Thiago Arancam, de 26 anos, que fará sua estréia nos palcos americanos. As apresentações começam no dia 8 de novembro (sábado), no teatro dirigido por Plácido Domingo.

Thiago chega aos Estados Unidos credenciado pelos importantes prêmios recebidos nos últimos meses, entre eles os do concurso mais importante de canto lírico do mundo, o Operália, em Quebec (Canadá), nas categorias de ópera espanhola e escolha do público. Em 2007, o tenor paulistano foi eleito a melhor voz lírica emergente, pela critica de Bolzano, Itália. Antes, em 2004, ele venceu também o Prêmio Revelação do Concurso Internacional de Canto Erudito Bidu Sayão, aos 22 anos, e também foi premiado com o projeto “Bolsa de Estudos VITAE”.

O brasileiro começou seus estudos na Escola Municipal de Música de São Paulo e na tradicional Faculdade Carlos Gomes, de onde recebeu o diploma de canto erudito em 2003. Ainda no Brasil, gravou o seu primeiro álbum, “Arias’, lançado mundialmente em outubro 2004. Na época, juntou-se ao amigo e também tenor Jorge Durian, formando a dupla ‘Os 2 Tenores do Brasil’. Desta parceria nasceu outro álbum, ‘Nessun Dorma’.

Foi convidado, então, a estudar na conceituada Academia de Canto Lírico do Teatro Alla Scala, de Milão (Itália), dirigida pela soprano Leyla Gencer. Thiago, aliás, foi o único brasileiro a concluir o curso nesta escola, considerada uma das mais importantes da música erudita no mundo.

No Scalla conheceu o seu atual professor de voz, Vincenzo Manno, e seu primeiro concerto foi em 2005. Ele já integrou o elenco de diversas óperas, como Tosca, Luisa Miller, Madame Butterfly, Le Cid, Salomé e Lady Macbeth e participou de inúmeros concertos em teatros na Itália e em vários outros países.

Mais detalhes sobre a carreira do tenor brasileiros estão disponíveis no site www.thiagoarancam.com.

segunda-feira, novembro 03, 2008

Soprano Yma Sumac morre, aos 86, nos EUA

A soprano peruana Yma Sumac, que fez sucesso nos anos 1950 com sua voz aguda e o estilo moderno com que cantava músicas folclóricas sul-americanas, morreu no sábado (1º), após oito meses tratando um câncer. O comunicado foi feito nesta segunda (3), por Damon Devine, amigo e assistente pessoal da cantora.

Divulgação
A soprano peruana Yma Sumac morreu no sábado, aos 86 anos


Morreu a soprano peruana Yma Sumac

LOS ANGELES, EUA (AFP) — A soprano peruana conhecida como Yma Sumac morreu, aos 86 anos de idade, num asilo de Los Angeles (Califórnia, oeste dos EUA), informou nesta segunda-feira seu site oficial.

Yma Sumac, foi considerada uma das cantoras líricas mais admiradas de todos os tempos. Possuía habilidades vocais incríveis, tendo sido capaz de emitir notas agudíssimas que soavam como o canto dos pássaros e graves, abaixo da tessitura de um baixo. Possuía extraordinária extensão vocal, de 5,2 oitavas, num momento em que os cantores de ópera alcançavam duas oitavas e meia - o que pode ser observado claramente na gravação Chuncho- The Forest Creatures.

"É com profunda tristeza que informamos a morte de Yma Zumac às 11 da manhã de 1 de novembro, ao lado de seus seres mais queridos", diz um comunicado publicado em seu site oficial na internet.

Zoila Augusta Emperatriz Chavarri del Castillo, como foi batizada, de olhos expressivos, fez de Hollywood sua casa, onde viveu a fama e conquistou milhões de admiradores em meados da década de 50.

Segundo o site dedicado a sua memória, Yma Sumac terá um funeral privado em local não revelado e será enterrada no cemitério de Hollywood, bairro ao norte de Los Angeles onde passou os últimos 60 anos de sua vida.

Um dia, quando foi consultada sobre como queria ser recordada, a soprano peruana disse: "como uma pessoa que fez boa música e tornou felizes seus corações".

Yma Sumac, que em quechua quer diz "que linda", "ima sumaq", dizia que sua mãe era descendente de Atahualpa, o último imperador inca.

Segundo o jornal Los Angeles Times, ela foi vítima de um câncer.

A primeira aparição de Yma Sumac no rádio foi em 1942, ano em que também se casou com o maestro Moisés Vivanco. Yma gravou no mínimo 23 canções da música popular peruana- gravações essas muito bem recebidas pela Odeon (sua primeira gravadora) e teve a participação do grupo de Moisés Vivanco, Compañía Peruana de Arte, um grupo de 46 dançarinos, cantores e músicos de origem indígena. Em 1946, Yma e Vivanco se mudaram para Nova York, onde atuaram como o Inca Taky Trio.

sexta-feira, setembro 12, 2008

Teatro Municipal de SP comemora 97 anos com a cantata cênica "Colombo"

O Teatro Municipal de São Paulo comemora 97 anos nesta sexta-feira (12) com uma programação especial que inclui quatro récitas da cantata "Colombo", de Carlos Gomes, de sexta a quinta (18), além de concertos do Quarteto de Cordas e da Orquestra Experimental de Repertório. O quarteto apresenta no sábado (13) obras de Edino Krieger e Beethoven, e Arrigo Barnabé acompanha a OER no domingo (14) com uma versão orquestral do disco "Clara Crocodilo".

"Colombo" foi composta pelo brasileiro Carlos Gomes (1836-1896) para participar de dois concursos em comemoração dos 400 anos do descobrimento da América, um em Gênova, na Itália, e outro em Chicago, nos EUA. Não venceu nenhum dos dois, e sua estréia no Brasil, em 1892, foi pouco calorosa. A obra ganhou importância ao longo do século 20, com suas belas melodias e grandes cenas para coro.

Veja fotos do ensaio

Apesar de ter sido composta originalmente para apresentação em forma de oratório, a narrativa clara do libreto permite que "Colombo" seja apresentada como ópera. A direção de William Pereira recorre a projeções no cenário para contar a trajetória de Cristóvão Colombo da Espanha até o Novo Mundo e seu retorno triunfal à Europa.

A montagem volta ao Municipal depois de quatro anos com os mesmos solistas nos papéis principais: Sebastião Teixeira (Colombo), Marcello Vannucci (don Fernando), Mônica Martinez (dona Isabel) e Sávio Sperandio (frade). O maestro José Maria Florêncio rege a Orquestra Sinfônica Muncipal e o Coral Lírico.

Casa cheia e reformas
Os ingressos para os melhores lugares nas quatro récitas já estão praticamente esgotados, e a casa cheia tem se tornado uma rotina nas óperas e concertos do teatro. Em "Madama Butterfly", apresentada em junho, todos os ingressos esgotaram duas semanas antes da estréia.

Flávio Florido / UOL
Ensaio da cantata cênica "Colombo", do compositor Carlos Gomes, que estréia nesta sexta (12)
VEJA MAIS FOTOS DE "COLOMBO"
FOTOS DO TEATRO MUNICIPAL
O segredo para tanta procura? Ingressos baratos e venda antecipada, explica o maestro Jamil Maluf, atual diretor artístico do Teatro Municipal. "O ingresso mais caro para uma ópera custa R$ 40, o mesmo valor de uma peça de teatro em 2005, e os concertos custam R$ 15, o mesmo valor de uma entrada de cinema na época", conta. A venda antecipada também colabora. "É como um sistema de assinaturas, só que o público monta o seu próprio pacote", explica Maluf, que diz ter conseguido renovar o público do teatro com essas medidas.

Para conseguir manter o preço dos ingressos nesses patamares, foi necessário criar uma central de produção de cenários e figurinos, que na semana passada inaugurou sua sede oficial. Com ela, o custo de uma montagem fica até 35% mais baixo. Os cachês dos artistas internacionais foram limitados e as passagens aéreas em primeira classe para os convidados foram abolidas. Maluf também conta que precisou fazer uma reunião com agentes de solistas: " Perguntei se preferiam cantar apenas uma vez ganhando muito ou cantar mais vezes no ano por um valor menor por apresentação".

O próximo passo para o teatro é a construção da Praça das Artes, um complexo cultural que será erguido perto do teatro, onde vão ensaiar todos os corpos artísticos, como a Orquestra Experimental de Repertório, o Quarteto de Cordas e o Balé da Cidade de São Paulo, liberando o palco para apresentações.

Hoje, dos seis corpos artísticos do teatro, quatro ensaiam no próprio local e dois em outros espaços. "O teatro foi projetado para receber companhias estrangeiras, que vinham com seus próprios cenários, figurinos e orquestra", diz Maluf, que espera que as obras sejam concluídas antes das comemorações do centenário do teatro, em 2011. Com os novos espaços, o número de óperas por temporada vai poder saltar das nove deste ano para até 14, entre novas produções, remontagens e empréstimos de outros teatros.


"COLOMBO", DE CARLOS GOMES
Onde: Teatro Municipal (Praça Ramos de Azevedo, s/n, São Paulo)
Quando: 12/09, 16/09 e 18/09 às 20h30, 14/09 às 17h
Quanto: R$ 20 a R$ 40 (no dia 16/09: R$ 10 a R$ 20)

QUARTETO DE CORDAS DA CIDADE DE SÃO PAULO
Onde: Teatro Municipal (Praça Ramos de Azevedo, s/n, São Paulo)
Quando: 13/09 às 18h
Quanto: R$ 5 a R$ 10

ORQUESTRA EXPERIMENTAL DE REPERTÓRIO, CORAL PAULISTANO E ARRIGO BARNABÉ
Onde: Teatro Municipal (Praça Ramos de Azevedo, s/n, São Paulo)
Quando: 14/09 às 11h
Quanto: R$ 10 a R$ 15

terça-feira, agosto 26, 2008

Quarta-feira 27 Agosto

Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração, e encontrareis descanso para a vossa alma.

(Mateus 11:28-29).

A ORDEM DOS FATORES É IMPORTANTE!

Nesses versículos, o Senhor expressa dois pensamentos ligados, apesar da necessidade de serem diferenciados. Primeiro, Jesus amorosamente convida todos os que estão cansados e oprimidos para virem até Ele, para que Ele possa dar descanso à consciência deles. Depois Ele afirma: “Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim.” Se confundirmos esse dois pensamentos ou se os colocarmos na ordem errada, iremos obscurecer o brilho da luz da graça divina e violar as exigências da santidade de Deus.

Infelizmente, muitas pessoas colocam o jugo de Cristo diante daqueles que já estão sobrecarregados. Eles acham que tal jugo tem de ser tomado pela força humana para que se possa entrar na bênção e felicidade do descanso divino. Mas aqui o Senhor mostra claramente que uma pessoa tem de se aproximar dEle para receber o perdão dos pecados e a vida eterna através de Sua graça.

O pecador tem de primeiro conhecer o Salvador que pode satisfazer todas as suas necessidades, por meio de Sua abundante misericórdia, e purificar a consciência culpada. O Senhor Jesus irá lhe dar tudo o que for necessário: paz com Deus e descanso interior. Ele não faz exigências nem impõe condições; simplesmente chama: “Venha!” Ele não diz: “Venha e faça boas obras!” As Escrituras testificam: “Mas, àquele que não pratica, porém crê naquele que justifica o ímpio, a sua fé lhe é imputada como justiça” (Romanos 4:5). Quem toma esse passo de arrependimento e fé então é capaz de receber o jugo de Jesus com a força que Deus dá.

quarta-feira, agosto 20, 2008

Incêndio do teatro Cultura Artística

Depois de incêndio, teatro corre risco de desabamento

Duas paredes do teatro Cultura Artística estão com rachaduras, afirma perito

Ontem, a temperatura na área atingida pelo fogo no domingo permanecia alta, entre 50C e 60C; prédio foi interditado pela Defesa Civil



Danilo Verpa/Folha Imagem

Teatro Cultura Artística, destruído parcialmente por incêndio

KLEBER TOMAZ
DA REPORTAGEM LOCAL

O teatro Cultura Artística, destruído parcialmente por um incêndio na madrugada de domingo, apresenta risco de desabamento, segundo o perito Ivo Valentini, do núcleo de engenharia do IC (Instituto de Criminalística) da Polícia Técnico-Científica. Ontem de manhã ele vistoriou o prédio, no centro de São Paulo, que havia sido interditado pela Defesa Civil.
Valentini afirmou que as paredes laterais do que restou do palco da sala Esther Mesquita podem vir abaixo -exceto a que tem o mosaico de Di Cavalcanti. Segundo o perito, mesmo com a quantidade de água que os bombeiros usaram -quase 300 mil litros-, as paredes, que têm de 10 a 12 metros de altura, ainda permaneciam muito quentes ontem -50C a 60C.
O problema é quando elas resfriarem, diz o engenheiro. De acordo com ele, o resfriamento da parede, que já está com rachaduras, poderá aumentar o número de fissuras, causando um desabamento.
"Têm áreas de risco iminente. O risco é de desabamento principalmente na área do palco, que foi atacada por uma temperatura absurda. As paredes são altas e correm o risco de desabar", disse o perito.
O incêndio destruiu a sala Esther Mesquita, a principal do teatro fundado em 1950, localizada no segundo andar. As chamas consumiram cadeiras, estofados, madeira, cortinas, cenários, roupas e estruturas metálicas de sustentação.
Segundo o técnico do IC, a temperatura no local chegou a 800C. Com isso, os pilares de metal que sustentavam o teto ficaram retorcidos e o telhado de aproximadamente 3.000 metros quadrados caiu sobre a platéia de 1.156 lugares. Ninguém ficou ferido.
Valentini disse que, a princípio, os imóveis vizinhos não correm o risco de serem atingidos em caso de desabamento. Caso venham a ruir, os muros cairiam para dentro do que era a sala Esther Mesquita, disse.
O engenheiro Henry Pickard, da Defesa Civil da Subprefeitura da Sé, disse que o prédio foi oficialmente interditado ontem até que os responsáveis pelo teatro apresentem um laudo técnico de alguma empresa, mesmo privada, para reforma ou demolição do espaço.
O laudo, que vai apontar as causas do incêndio, tem prazo de 30 dias para ser concluído.
Gérald Perret, superintendente da Sociedade de Cultura Artística, que gerencia o teatro, afirmou ontem que a intenção é recuperar o prédio, avaliado em R$ 4 milhões. Mas, segundo ele, o valor do seguro -em torno de R$ 4 milhões- não será suficiente para a reforma. "Precisamos da ajuda da sociedade."
Segundo Perret, o teatro ainda não conseguiu calcular o prejuízo que teve com o incêndio. "Além de perdermos os espetáculos, vamos procurar emprego para 50 funcionários da nossa limpeza e manutenção."

sexta-feira, agosto 08, 2008


Ópera: Morreu maestro Nicola Rescigno

MUSICA

2008-08-05

Roma, 05 Ago (Lusa) - O maestro italo-norte-americano Nicola Rescigno, que dirigiu Maria Callas e numerosas óperas por todo o mundo, morreu segunda-feira, aos 92 anos, num hospital de Viterbo, no Norte de Itália, noticiou hoje a imprensa italiana.

Nascido em Maio de 1916, em Nova Iorque, de pais italo-norte-americanos, numa família de músicos, Nicola Rescigno iniciou a carreira de maestro em 1943, na Academia de Música de Brooklyn.

Em 1953, foi um dos três fundadores da Ópera Lírica de Chicago, onde dirigiu Maria Callas na sua estreia.

Foi, em 1957, co-fundador da Ópera de Dallas, de que seria principal chefe de orquestra até 1990.

Em Dallas, presidiu também à estreia em território norte-americano de muitos cantores líricos, como Placido Domingo, Monserrat Caballé, Joan Sutherland, Teresa Berganza e Magda Olivero, e colaborou também com o realizador italiano Franco Zeffirelli.

Ao longo da sua carreira, dirigiu orquestras na maioria das óperas de Itália e da Europa, nomeadamente em Londres, Paris, Viena, Zurique e Glynbebourne.

Nicola Rescigno residia nos arredores de Roma desde que se reformou, nos anos 1990.

quinta-feira, agosto 07, 2008

Pérolas Diárias


7 de Agosto

"Vinde a mim todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei." Mateus 11.28

A quem devemos ir? A Jesus! Isso quer dizer que devemos aceitar Seu convite, que vale também para o dia de hoje. Você se pergunta: será que isso vale também para mim? Sim, pois Jesus também disse: "...o que vem a mim, de modo nenhum o lançarei fora". Jesus não somente o convida para que vá a Ele, mas Ele também vem até você. Certa vez, quando Jesus passava pelos pavilhões onde se encontrava o tanque de Betesda, Ele viu um paralítico que em seu desespero já permanecia ali por trinta e oito anos, e lhe perguntou: "Queres ser curado?" O paralítico respondeu com espanto e resignação: "Senhor, não tenho ninguém..." Em seguida, Jesus lhe deu uma resposta maravilhosa que o libertou do seu desespero: "Levanta-te, toma o teu leito e anda." Por que Jesus perguntou se ele queria ser curado? Como Ele, o Filho de Deus, nunca diz uma palavra em vão, deve ter havido um motivo bem específico e profundo para essa pergunta. E de fato foi assim: o corpo daquele homem estava paralisado há tanto tempo porque seu espírito havia sido manchado e paralisado pelo seu pecado. Como posso saber isso? Deduzindo das palavras que Jesus pronunciou mais tarde ao curado no templo: "Olha que já estás curado; não peques mais, para que não te suceda cousa pior."

segunda-feira, agosto 04, 2008

Prêmio Opera News anuncia vencedores nos EUA.

Opera's highest awards announced

general news and entertainment services.

NEW YORK (AP) _ This year's prestigious Opera News Awards are going to sopranos Natalie Dessay and Renee Fleming, mezzo Marilyn Horne, baritone Sherrill Milnes and composer John Adams.

Adams' compositions include "Nixon in China" and "The Death of Klinghoffer." Another of his works, "Doctor Atomic," will be performed at the Metropolitan Opera in October.

Dessay, who appeared in two Met productions last season, was hailed for her "electrifying style of coloratura."

The publication cites Horne for her "dazzling" mezzo-soprano voice.

Milnes was honored for his artistic integrity. Fleming, a two-time Grammy winner, was hailed for her "vocal intelligence" and "musical grace."

The awards will be presented on Nov. 16 in a ceremony at the Plaza Hotel.

Roberto Alagna


Roberto Alagna, un Faust en pleine forme

Par Thomas JEAN
Le Journal du Dimanche

"Aux Chorégies d'Orange, je fais partie des meubles!" Et surtout des murs. Ceux du fameux Théâtre antique, que Roberto Alagna fait vibrer tous les étés depuis quinze ans. A la première de Carmen, il y a deux semaines, ce sont les gradins qu'il a enflammés. Alors qu'il venait en spectateur, le public salua son arrivée par une standing ovation.

quarta-feira, julho 23, 2008

American Idol


The most popular opera composer in the U.S. is Giacomo Puccini — a verdict that surprises most opera fans in Italy, where Giuseppe Verdi is revered as the greatest of the great. FRED PLOTKIN examines this curious cultural divide.

Giacomo Puccini's 150th birthday is coming up this December, so 2008 is his year. For many people in America who love opera, every year is Puccini's year. Some of his works, notably La Bohème, Tosca, Madama Butterfly and Turandot, are so ubiquitous in U.S. theaters that they practically crowd out other works. Puccini melodies seep into films such as Moonstruck and A Room With a View and form the soundtrack for the American infatuation with everything Tuscan. Leia mais aqui

sexta-feira, julho 18, 2008









Sexta-feira 18 Julho

Eis aqui agora o tempo aceitável, eis aqui agora o dia da salvação

(2 Coríntios 6:2).

AGORA NÃO, DEUS

Há muitas pessoas que são conscientes do fato de que não podem se apresentar diante de Deus da forma como estão atualmente. Mas elas acham que pensar nisso vez após vez é incômodo. Não querem se sentir pressionadas; crêem que ainda há tempo mais que suficiente para lidar com a questão.

Esse foi o caso de um jovem fazendeiro. Durante o período em que arava seus campos, esse pensamento sempre lhe vinha à mente. Ele conhecia o caminho da salvação; também sabia que devia confessar seus pecados diante de Deus e crer verdadeiramente no Senhor Jesus. Mas ele também estava consciente do preço de começar uma vida nova, pois quem recebe o Senhor como Salvador tem de viver somente para Ele. E aquele fazendeiro não se sentia pronto para dar esse passo.

Certo dia, novamente ele se sentiu incomodado com a questão de sua salvação eterna. Quando não podia mais suportar, ele se ajoelhou atrás de uma cerca e orou: “Senhor, quero ser salvo, mas não agora.” Isso o fez se sentir melhor e ele continuou seu trabalho. A luta dentro de seu coração havia terminado.

Você gostaria de saber quais foram as últimas palavras desse fazendeiro? Pouco antes de morrer, ele disse: “Agora é muito tarde! Com aquela oração eu mandei Deus embora.”

Aquele homem tinha medo das conseqüências que a salvação traria para sua vida; porém, ignorou as conseqüências para a eternidade. O tempo certo de se voltar para Deus é agora, não amanhã. “Não presumas do dia de amanhã, porque não sabes o que produzirá o dia” (Provérbio 27:1).

quinta-feira, julho 17, 2008

NATALIE DESSAY


A different class of diva

By Norman Lebrecht / July 9, 2008

There are moments when an artist, seduced by the nuzzle of a radio mike, utters something so astonishing that the interviewer holds his breath and hopes to heaven that he has not misheard. ‘I got rid of my high notes,’ confides Natalie Dessay, in a backroom of the Theatre des Champs Elysees. ‘They were getting in the way.’

Dessay, 43, is an international operatic sensation. The first French singer to open a season at the Metropolitan Opera, saving a rickety production from director blight, she is by far the most versatile, surprising actress to be seen on an opera stage.

As blood-smeared tragedienne in Donizetti’s Lucia di Lamermoor in New York, or as light comedienne in Fille du Regiment at Covent Garden, Dessay’s madcap energy and gamine magnetism catch the eye even as Juan Diego Florez lets off nine top C’s in Fille and the audience roars to its feet. Dessay and Florez have erased Joan Sutherland and Luciano Pavarotti from Fille memory. Natalie’s pixie features wink out at you from Manhattan bus-stops. She, more than any current soprano, can give an opera a different twist.

So why drop the top notes? Every singer I have ever known works like crazy to get as high as they can and, once there, to polish the notes like brass knockers and use them as a juggernaut. That, however, is not what Natalie Dessay is about.

‘It is very easy for someone with high notes to impress,’ she shrugs, ‘even if the rest is not very interesting. High notes are something that people seem to like - I never understood why. It’s like being able to fly. OK, you can fly, so what?’ ‘It’s rather unusual,’ I interject. ‘Yes, it’s rather good but it’s not enough. I want to give something else. When I had these high notes, I couldn’t pay attention to the text. I’m interested in the humanity of the characters and the interpretation.’ ‘So when you’re standing opposite Juan Diego and he is doing nine high C’s…’ ‘I’m not impressed,’ exclaims Natalie Dessay with absolute conviction. ‘Either you have the top or not. If you have it, it’s not that difficult.’

This, I suspect, is about as close as you can get to heresy in opera without calling Verdi second-rate and saying Wagner was composed by committee. Dissing the upper altitudes of the human voice undermines opera’s unique selling point and the careers of its leading celebrities. Not that Dessay seems bothered.

This is a singer who gets rid of bankable roles before they start to bore her – ‘after four or five productions, what can you add?’ – or if a bigger challenge turns up. She has just turned down Lucia the Royal Opera House because she wants to act in a Paris stage play, her first spoken role. Looking for a candidate to kick off the new Lebrecht Interview series on BBC Radio 3, Dessay was first choice. Few singers so readily challenge conventional wisdom, and are so eager to be honest with themselves.

Who is Natalie Dessay? The name is not the one she was born with, and she is quick to admit that she uses it as an alter ego, to protect her real self from the one that goes on stage. She was born Nathalie Dessaix and changed it because the ‘h’ in her forename looked phoney and she was taunted in school as ‘deux-Sexe’, or two sexes. She wanted to be a ballerina at five, then an actor at 13. She found her singing voice at 20 while rehearsing a play. She won a Mozart competition in Austria and learned all she needed to know about the repertoire system during a season at the Vienna State Opera. ‘They are not interested much in theatre, only in music,’ she sniffs.

Lucky breaks launched her in Paris and New York in the mid-1990s but raging ambition – ‘I need so much to be on stage’ - was marred by weak confidence. ‘Can’t they hear I’m not that good?’ she kept asking herself.

Marrying the baritone Laurent Naouri gave her two children and a confidence boost. ‘It was not a coup de foudre,’ she giggles when I ask if she fell in love, ‘but that’s why I married my husband. I knew it could last. I believe we can grow old together.’

She converted to Naouri’s faith, Judaism, despite insisting that she did not believe in God. ‘And now, somehow, I feel Jewish. I like this culture, I like the humour, I like the way of seeing the world, the importance of family. I used to be egocentric. Through this, I learned the importance of being with others, of sharing.’

She is happiest working with her best friends, the conductor Emmanuelle Haim and the director Laurent Pelli, whom she describes as her sister and brother, and the opera she is most looking forward to is a Handel Giulio Cesare that they will do together in Paris at the end of next year. ‘On stage, in rehearsal,’ she explains, ‘my job is to help the conductor and the director to build a team with people from different backgrounds. I am the go-between.’

Come again? Is this a diva speaking? Could you imagine Maria Callas describing herself as a facilitator, rather than a star? ‘It’s in my interest,’ says Dessay matter-of-factly. ‘If everybody works together, maybe there’s a chance we can achieve something. If we work alone, there’s no chance.’ She often clashes with conductors who demand musical purity at the expense of dramatic effect. Her fantasy is to play Lady Macbeth – Shakespeare’s, not Verdi’s. Every time she steps on stage she reminds herself that art is long, and life short.

Seven years ago, while rehearsing in Toulouse, she went to see a throat specialist with a minor discomfort and was told she had polyps on the vocal cords and might never sing again. ‘I was desperate. I started to cry. I thought it was over. The date was September 11, 2001. I turned on the radio and heard this terrible news from New York. I stopped crying completely. I thought: what I have is nothing compared to this. I was alive, I am alive.’

Two operations, with eight months of rehab after each one, brought her slowly back to the international stage, and on to greater things. She knows the voice is finite and torments herself about what she will do when she gives up singing and has half a life left ahead. She drops another casual bombshell into our conversation. ‘I have given up solo recitals. I don’t like to be alone on stage.’

What she craves is to leave a lasting impact on the way that opera is presented. ‘I want to make people forget we are singing,’ says Natalie Dessay, ‘I don’t want to them to come to hear beautiful voices, but to see a whole performance, of theatre with music.’ There has never been a diva quite like her, for putting vanity in the shade.

+ The Lebrecht Interview starts on July 21 at 9.45pm, after the Monday Prom on BBC Radio 3 and will be streamed at www.bbc.co.uk/radio3

quinta-feira, julho 10, 2008

Minczuk rege "pecados" de Kurt Weill em Campos do Jordão

Irineu Franco Perpétuo

A trajetória começa com a preguiça, em um parque, e vai até a inveja, em San Francisco, passando por orgulho, ira, gula, luxúria e ganância. Com a participação da bailarina Ana Botafogo e direção cênica de Carla Camurati, Roberto Minczuk rege hoje, à frente da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, "Os Sete Pecados Capitais", do alemão Kurt Weill (1900-1950), como parte do 39º Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão.


Bailarinos com Ana Botafogo, que faz participação no balé de Weill no auditório Claudio Santoro
Bailarinos dançam com Ana Botafogo, que faz participação no balé de Weill

Diretor artístico do festival, Minczuk executou a obra há dois anos, na Ópera de Lyon (França) e no Festival Internacional de Edimburgo (Escócia) -na época, o "Financial Times", de Londres, louvou a "regência soberba" do maestro. "É uma peça típica do Weill, e tem um pouco de tudo: tem leveza, tem humor, mas também é dramática e possui densidade musical", afirma.

A solista vocal é a soprano germânica Gut-Brit Brakmin, do elenco estável da Komische Oper, de Berlim, que o "Financial Times" saudou como "sensacional" em 2006. Como a duração de "Os Sete Pecados" é curta (cerca de 40 minutos de música), Brakmin canta, na primeira parte da apresentação, cinco canções de Weill (incluindo o célebre "Die Moritat von Mackie Messer"), acompanhada pelo piano do holandês John Snijders.

Com libreto do dramaturgo alemão Bertolt Brecht (1898-1956), "Os Sete Pecados Capitais" ("Die Sieben Todsünden") estreou em Paris, em 1933, com coreografia do lendário bailarino George Balanchine. O balé cantado narra, em tom satírico, a história de duas irmãs da Louisiana que buscam fortuna nas grandes cidades dos EUA -a cada uma das quais corresponde um pecado.

Se o papel de Anna 1 fica a cargo de Brakmin, sua irmã, Anna 2, é encarnada por Ana Botafogo, primeira bailarina do Teatro Municipal do Rio de Janeiro -onde a produção que se apresenta hoje em Campos do Jordão foi encenada no mês passado, e cuja orquestra sobe a serra para participar da apresentação.

Até o fechamento desta edição, havia pouco mais de 20 ingressos disponíveis para o espetáculo. Na capital, as entradas podem ser adquiridas na bilheteria da Sala São Paulo (pça. Júlio Prestes, 51, tel. 0/xx/11/ 3367-9500). Estão disponíveis ainda, em Campos do Jordão, na bilheteria do Auditório Claudio Santoro.

O jornalista Irineu Franco Perpétuo viajou a convite do festival.

Os Sete Pecados Capitais
Quando: hoje, às 21h
Onde: Auditório Claudio Santoro (av. dr. Luís Arrobas Martins, 1.880, Campos do Jordão, tel. 0/xx/12/3662-2334); 12 anos
Quanto: R$ 30

sábado, julho 05, 2008

Atualizando - La Navarraise

Muito trabalho, sem tempo de ficar em casa e sem tempo de postar ....enfim , fiquei muito tempo sem atualizar meu blog ! Ainda bem que foi por uma boa causa !
Vou colocar aqui fotos de um de meus últimos trabalhos, a ópera La Navarraise, de Massenet, que fiz no último dia 24 de Junho, na série Vesperais Líricas, mas que na verdade de veria ter sido feita no Municipal ... hehehehehe. No final acabou ficando uma grande produção e foi uma experiência incrível para todos !
Bravi Tutti !
- as fotos são de Rosana Barakat.




Morte de Araquil e loucura de Anita


Anita e Gen. Garrido



Anita e Araquil, ele ferido de morte

Araquil pouco antes de sua morte

Anita, desesperada

Anita em sua loucura

Anita e Araquil, 1º ato


Anita, Remigio, pai de Araquil e Araquil


Araquil/ Miguel Geraldi

Gen. Garrido e seus oficiais

Bustamante e seus soldados


Cenário
Sarg. Bustamante e Gen. Garrido

Anita e Araquil

Anita e Cap. Ramón


Anita/ Eloisa Baldin

quarta-feira, junho 11, 2008

Fachada do Teatro Municipal de SP será reformada

Agencia Estado
A fachada do Teatro Municipal de São Paulo, localizado na Praça Ramos de Azevedo, no centro da cidade, receberá sua primeira reforma desde a inauguração do espaço, em 1911. O salão nobre e o restaurante do teatro também passarão por uma restauração, sem que isso afete as atividades e programações culturais planejadas para os próximos meses. O projeto de restauração da fachada do teatro é uma parceria do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e da Prefeitura de São Paulo. Ele faz parte do Programa de Revitalização do Centro e custará R$ 5,8 milhões.

A assinatura do contrato com a empresa Concrejato, vencedora da licitação e responsável pela revitalização da Biblioteca Mário de Andrade, no centro da capital paulista, e da fachada da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, na Avenida Doutor Arnaldo, acontecerá na próxima sexta-feira e contará com a presença do prefeito Gilberto Kassab (DEM) e do secretário municipal de Cultura, Carlos Augusto Calil.

Obras de arte - Segundo a assessoria de imprensa da Secretaria Municipal de Cultura, as pinturas do restaurante do Teatro Municipal, todas as peças de ouro e ainda os vitrais do salão nobre do local serão completamente recuperados.

O interior do prédio já passou por algumas reformas. Recentemente, em 2006, a estrutura interna foi reestruturada para proporcionar uma acústica mais adequada aos programas culturais realizados no local, principalmente aos da Orquestra Sinfônica Municipal, que tem o Teatro Municipal como sede. O exterior do prédio, inspirado na Ópera de Paris, no estilo eclético, provoca contrastes com o interior, agora em boas condições de preservação. Posteriormente, em outra reforma, o palco do teatro também passará por revitalização.

As obras de revitalização poderão começar a partir da assinatura do contrato, na sexta-feira, e devem durar um ano. Ainda não há, entretanto, previsão para início da reforma. A empresa irá avaliar o melhor momento para dar início ao projeto. Ao longo do processo, o teatro continuará aberto e a programação cultural não será alterada. As informações são do Jornal da Tarde.