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segunda-feira, novembro 03, 2008

Soprano Yma Sumac morre, aos 86, nos EUA

A soprano peruana Yma Sumac, que fez sucesso nos anos 1950 com sua voz aguda e o estilo moderno com que cantava músicas folclóricas sul-americanas, morreu no sábado (1º), após oito meses tratando um câncer. O comunicado foi feito nesta segunda (3), por Damon Devine, amigo e assistente pessoal da cantora.

Divulgação
A soprano peruana Yma Sumac morreu no sábado, aos 86 anos


Morreu a soprano peruana Yma Sumac

LOS ANGELES, EUA (AFP) — A soprano peruana conhecida como Yma Sumac morreu, aos 86 anos de idade, num asilo de Los Angeles (Califórnia, oeste dos EUA), informou nesta segunda-feira seu site oficial.

Yma Sumac, foi considerada uma das cantoras líricas mais admiradas de todos os tempos. Possuía habilidades vocais incríveis, tendo sido capaz de emitir notas agudíssimas que soavam como o canto dos pássaros e graves, abaixo da tessitura de um baixo. Possuía extraordinária extensão vocal, de 5,2 oitavas, num momento em que os cantores de ópera alcançavam duas oitavas e meia - o que pode ser observado claramente na gravação Chuncho- The Forest Creatures.

"É com profunda tristeza que informamos a morte de Yma Zumac às 11 da manhã de 1 de novembro, ao lado de seus seres mais queridos", diz um comunicado publicado em seu site oficial na internet.

Zoila Augusta Emperatriz Chavarri del Castillo, como foi batizada, de olhos expressivos, fez de Hollywood sua casa, onde viveu a fama e conquistou milhões de admiradores em meados da década de 50.

Segundo o site dedicado a sua memória, Yma Sumac terá um funeral privado em local não revelado e será enterrada no cemitério de Hollywood, bairro ao norte de Los Angeles onde passou os últimos 60 anos de sua vida.

Um dia, quando foi consultada sobre como queria ser recordada, a soprano peruana disse: "como uma pessoa que fez boa música e tornou felizes seus corações".

Yma Sumac, que em quechua quer diz "que linda", "ima sumaq", dizia que sua mãe era descendente de Atahualpa, o último imperador inca.

Segundo o jornal Los Angeles Times, ela foi vítima de um câncer.

A primeira aparição de Yma Sumac no rádio foi em 1942, ano em que também se casou com o maestro Moisés Vivanco. Yma gravou no mínimo 23 canções da música popular peruana- gravações essas muito bem recebidas pela Odeon (sua primeira gravadora) e teve a participação do grupo de Moisés Vivanco, Compañía Peruana de Arte, um grupo de 46 dançarinos, cantores e músicos de origem indígena. Em 1946, Yma e Vivanco se mudaram para Nova York, onde atuaram como o Inca Taky Trio.

quarta-feira, abril 09, 2008

Quem canta seus males espanta, diz estudo

Quem canta seus males espanta, diz estudo

Viena, 31 de Março de 2008 - Cantar não é apenas uma das formas de expressão mais antigas do ser humano, mas também pode curar muitos males, garantem cada vez mais médicos, que recomendam a prática do canto com regularidade, embora os estudos sobre seus efeitos benéficos do canto sejam recentes.

Até pouco tempo, não existiam estudos científicos a respeito do assunto, mas resultados de pesquisas recentes confirmam inclusive que cantar deveria ser receitado pelos médicos, afirma a doutora Gertraud Berka-Schmid, psicoterapeuta e professora da Universidade de Música e Artes de Viena.
A especialista critica pais e professores que tentam proibir as crianças de cantar porque não sabem, pois assim as privam de sua capacidade de personificação e o acesso à experiência do som.

"Isso faz com que a consciência da personalidade mude, reduzindo seu desenvolvimento, porque poder levantar a voz, ser ouvido, ser reconhecido e aceito é de importância vital para um ser eminentemente comunicativo como o ser humano", afirma Berka-Schmid em declarações à revista de medicina austríaca Medizin Populär.

"Cantar é a respiração estruturada", afirma a médica, explicando o efeito fisiológico da respiração abdominal - a mais profunda -, que prevalece quando se canta e que se transforma em massagem para o intestino e em alívio para o coração. Além disso, garante a doutora, essa respiração fornece ar adicional aos alvéolos pulmonares, impulsiona a circulação sanguínea e pode melhorar a concentração e a memória.

Na opinião da especialista, cantar é um ótimo remédio para os males específicos do nosso tempo, porque equilibra o sistema neurovegetativo e reforça a atividade dos nervos parassimpáticos, responsáveis pelo relaxamento do corpo.

Cantar gera harmonia psíquica e reforça o sistema imunológico, importantes frente a problemas tão freqüentes hoje, como transtornos do sono, doenças circulatórias e a síndrome de burnout - a exaustão emocional.

As conseqüências de um estímulo nervoso excessivo são típicas dos tempos atuais, afirma a especialista: as pessoas não agüentam os próprios impulsos, se isolam, se bloqueiam e paralisam ou acumulam agressividade. Por meio da voz, o ser humano é capaz de expressar seus sentimentos de tal maneira que pode se desfazer de uma série de más sensações.

Em algumas ocasiões, isso não é possível apenas falando normalmente e, por isso, o canto desempenha um papel essencial. Lembrando o ditado "quem canta, seus males espanta", não há diferenças em cantar sozinho, em dupla, em coro ou no banheiro, assim como não importa se a pessoa desafine, garante Berka-Schmid.

O corpo é o instrumento de que dispomos para nos comunicar e jogar fora a ira acumulada. A respiração varia de acordo com as emoções, pois quem está agitado, por exemplo, tende a respirar de forma diferente de quem está triste.

( Fonte: Gazeta Mercantil - EFE )

Rodrigo Cardoso

sábado, janeiro 19, 2008

Soprano brasileira realiza concertos no Japão

Publicado em 18/1/2008 12:28:00

Soprano brasileira realiza concertos no Japão

Manuela Freua interpretarEcomposições de Heitor Villa-Lobos e Puccini em apresentações em Gifu

Manuela Freue ( )

Manuela Freue


Começa no dia 19 a série de concerto Liszt Ongakuin no Nakamatachi (Amigos da Sociedade da Academia de Música de Liszt), com a presença da soprano brasileira Manuela Freua, e apresentações em três cidades de Gifu: Minokamo, Gero e Ogaki e em Kanazawa (Ishikawa). Os eventos contam com o apoio da Embaixada do Brasil e Hungria.

Manuela ingressou na Academia de Música de Liszt na Hungria em 2005 e atualmente atua no Brasil. Pianista desde os 6 anos de idade e bacharel em canto pela Unesp, ela interpretará composições de Heitor Villa-Lobos e Puccini.

No palco, Manuela será acompanhada pela pianista Tomoko Nakayama, natural de Kanazawa, colega da academia de música na Hungria.


Liszt Ongakuin no Nakamatachi

  • Apresentações:
    19 (sábado) - Minokamoshi Bunka Kaikan, às 14h
    21 (segunda-feira) - Geroshi Seiun Kaikan, às 19h
    23 (quarta-feira) - Ogakishi Suitopia Center, às 18h30
    25 (sexta-feira) - Ongakudoo Koryu Hall em Kanazawa (Ishikawa), às 14h
  • Entrada: ¥ 2.000 adultos e ¥ 1.000 estudantes do kookoo
  • Informações e ingressos: 0574-26-0590 (Gifu) ou 076-232-8632 (Kanazawa), em japonês

terça-feira, janeiro 15, 2008

JUAN DIEGO FLORES - NEW ALBUM





A Tenor Flying High: Juan Diego Flórez

by Roger Pines
In opera today, Juan Diego Flórez stands alone. First of all, he effortlessly tosses off the most spectacularly florid challenges in the bel canto repertoire. He sculpts flowing, romantic phrases with incomparable grace. He soars to high C and beyond with unique panache, positively revelling in those ringing, stratospheric notes. All this, plus a princely appearance and boundless charisma, continually inspires rapture among critics and audiences worldwide.

video:

quarta-feira, dezembro 26, 2007

Concerto de Reis com Elisabete Matos


O Theatro Circo brinda o público com um concerto que promete ser memorável. A 4 de Janeiro sobe ao palco a mais prestigiada soprano portuguesa: Elisabete Matos.


Elisabete Matos, a soprano portuguesa mais prestigiada no estrangeiro, é, juntamente com a Orquestra do Algarve, a convidada de honra do ‘Concerto de Reis’ que o Theatro Circo promove a 4 de Janeiro, às 21,30 horas.
A assinalar o início da programação do Theatro Circo para 2008, Elisabete Matos regressa, desta forma, à sua cidade natal, para, no palco principal, dar voz a obras de Suppé, Zeller, Chapí e Lehár, entre outros.
Sob direcção de Cesário Costa, um dos mais requisitados maestros da nova geração, Elisabete Matos – que recentemente se destacou na interpretação de Madame Lidoine, de “Dialogue des Carmélites” (Poulenc), no Scala de Milão – traz a Braga um reportório composto pelos temas “Abertura de Poeta e Camponês”, de Suppé, “Ária une chambre séparée”, de Heuberger, “Ária Einer wird kommer”, de Lehár, “Abertura de As Alegres Comadres de Windsor”, de Nicolai, “Ária Sei nicht bös”, de Zeller, “Wien, du Stadt meiner Träume”, de Sieczynski e “Meine Lippen, sie küssen so heiss”, de Lehár.

Na segunda parte do concerto, o público tem ainda a oportunidade de ouvir a soprano, que se distinguiu ao contracenar com os notáveis Plácido Domingo e José Carreras, em “Prelúdio de Agua, azucarillos y aguardiente”, de Chueca e Valverde, “Tango de Ermenegilda” (“La Gran Via”), “Schotis del Eliseo Madrileño” (“La Gran Via”), “Sierras de Granada” (“La Tempranica”), de Giménez, Intermédia de “La Boda de Luís Alonso”, “Cancíon de la gitana (“La Chavalla”), de Chapí e “Las carceleras” (“Las hijas del Zebedeo”).

terça-feira, novembro 27, 2007

Iphigenia en Tauride - SUSAN GRAHAM

Music

Plenty of Confidence, and No Pants

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Published: November 25, 2007

AS an encore at her recitals Susan Graham often sings the song “Sexy Lady.” Written for her by the composer and lyricist Ben Moore, it’s the comic complaint of a star mezzo-soprano trapped in an endless round of trouser roles: lovesick adolescents in operas by Mozart and Strauss, dysfunctional knights in Handel

Susan Graham rehearsing the title role of 'Iphigénie en Tauride,' which she will perform Tuesday at the Met with Paul Groves as Pylade and Plácido Domingo as Oreste.

Multimedia

Early in the Morning performed by Susan Graham (mp3)
Asie from Sheherazade performed by Susan Graham (mp3)

Fans laugh, but honestly, Ms. Graham’s feminine allure has never been in doubt. Just under six feet tall, she has always cut a glamorous figure on the concert stage, with or without the millions of dollars’ worth of diamonds Cartier decked her out in two seasons ago to celebrate the release of her CD “Poèmes de l’Amour,” a collection of French orchestral songs including Ravel’s sumptuous “Shéhérazade.” At the opera the flibbertigibbet Dorabella in Mozart’s “Così Fan Tutte” and the heartsick Charlotte in Massenet’s “Werther” have given her time off from the male roles she continues to perform with boyish panache. True, Ms. Graham has never tried Bizet’s Carmen or Saint-Saëns’s Dalila; their music, she says, wants a smoky sound that is nothing like hers. Read More

terça-feira, novembro 20, 2007

Cecilia Bartoli, "unarguably the most exciting and original classical singer in the world today"





Rupert Christiansen, that smartypants, cranks out a weirdly sweet Valentine to La Ceci in the Daily Telegraph.

(Obviously he sometimes wants, and we quote, "to smack her", because he never went shoe shopping with her, and that makes him angry).

Anyway, we join him in a triple yay for La Ceci.

sábado, novembro 17, 2007

Homecoming























Thomas Hampson, whose European opera career has outpaced engagements in his native country, is now appearing with more frequency in U.S. opera houses. This month, San Francisco Opera welcomes the baritone's first stateside Macbeth; later this season, he’ll sing Germont at Lyric Opera of Chicago and Don Carlo in the Met's
Ernani. DAVID J. BAKER listens in.

Thomas Hampson is on the move. After twenty-five years, his powerhouse career shows no signs of slowing down, as he vigorously explores new ideas, new roles and interests that range from Mahler to Broadway, from golf to podcasts. The current season is shaping up as something of a turning point for the fifty-two-year-old American baritone, who has been based mainly in Europe and is now "moving his center of gravity back over the Atlantic."

More surprising, in musical terms, is his opera repertoire for the 2007–08 season. These days his calendar reads like a page from the biography of Leonard Warren. After last season's Met Boccanegra, he returns to the house in March for his first Carlo in Ernani. Before that, Chicago will hear him as Giorgio Germont, and this month he appears at San Francisco Opera as Verdi's Macbeth. Hampson may not be the first name that pops up when one thinks of a Verdi baritone, and the singer himself, conscious that his is an essentially "lyric voice," is careful to avoid what he calls "real tub-thumping Verdi." - READ MORE HERE

quinta-feira, novembro 01, 2007

Luciano Guimarães - sopranino

Hoje foi transmitida pela Globo uma reportagem sobre o jovem cantor, o sopranino baiano Luciano Guimarães, no Jornal Hoje, no link:

http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM749140-7823-LUCIANO+GUIMARAES+ENCANTA+O+PUBLICO,00.html


Quando tinha 6 anos ouviu pelo rádio o cantor Andrea Bocelli e se interessou pelo canto lírico, repetia o que ouvia. Hoje o jovem tem 14 anos de idade.

Depois começou a cantar em igrejas e em 2006 foi encaminhado para uma escola de música, onde conheceu e começou a ter aulas com a professora Cyrene Paparotti, com quem estuda percepção musical, canto coral e canto lírico. Cyrene que diz que seu marido quando o ouviu pela primeira vez disse que ela possuía 'um em um milhão' nas mãos. Ela destaca o timbre do jovem cantor que é forte e impressiona, emocionando a todos que o ouvem.

Para participar de concursos fora de Salvador, faz pequenas apresentações para arrecadar dinheiro.

No 11º Festival Lírico do Maranhão (MARACANTO 2007) Luciano foi duplamente premiado como o cantor mais aplaudido do festival e revelação jovem. No próximo mês estará estreando a carreira solo com a NEOJIBA, a primeira orquestra jovem da Bahia, no TCA.

BRAVO, BRAVÍSSIMO, LUCIANO! O Brasil ganha mais um talento!!

domingo, outubro 28, 2007

One Voice for Innocence and Experience


PAMINA is soft, gentle and lovely; the Queen of the Night is angular, cold and brilliant. Yet the German soprano Diana Damrau is to sing both of these roles, the female leads in Mozart’s “Zauberflöte,” at the Metropolitan Opera within two months.

It is not unheard of for a soprano to try both roles in the course of a career. Although the Queen of the Night is the mother and Pamina the daughter (the original Pamina, Anna Gottlieb, was only 17), singers today tend to reverse the chronology. They take on the Queen of the Night — a physically taxing part, with its high-flying cascades of notes carrying the voice to its uppermost reaches — when they are young and have more stamina. Some former queens take up Pamina, with its more mellifluous and sustained singing, as their voices ripen. Lucia Popp sang both parts at the Met, the Queen of the Night in 1967 and Pamina in 1981. Mary Dunleavy was the queen in 1998 and 2001, Pamina in 2006. READ MORE HERE

No one has ever sung both roles at the house in a single season. But Ms. Damrau is fearless.

sábado, outubro 27, 2007

Music Review | 'Macbeth'


The Scottish Opera: The Thane, His Lady, That Spot


There was much news at the Metropolitan Opera on Monday night. For the first time in nearly 20 years the company presented Verdi’s breakthrough early masterpiece, “Macbeth,” in a stylistically eclectic, grimly effective and, at times, intriguingly playful production by the English director Adrian Noble, making his Met debut. As Macbeth, the baritone Zeljko Lucic, little known to Met audiences, gave an honorable and affecting performance of an intimidating role.


Related

An audio excerpt from the Metropolitan Opera's production of 'Macbeth' on October 22. (mp3)

Yet the big news came from the artist whose excellence should by now be no news at all: James Levine. Two years ago Mr. Levine’s poor health and reduced stamina were affecting his work. No longer. He looks much better and more fit, and is conducting with seeming focus and bountiful energy. READ MORE HERE

quinta-feira, outubro 25, 2007

Leilão de pertences de Maria Callas


Sotheby's leiloa cartas e vestidos de Maria Callas em Milão

Plantão | Publicada em 24/10/2007 às 11h29m

Reuters/Brasil Online

MILÃO (Reuters) - Diversos objetos pessoais da diva da ópera Maria Callas, que vão desde cartas de amor até vestidos de noite, serão postos em leilão em Milão, em dezembro.

Os objetos, que pertencem aos herdeiros do falecido marido da cantora lírica, Giovanni Battista Meneghini, lançam luz sobre aspectos da vida que Callas dividiu com o homem a quem deixou antes de ter uma relação explosiva com o armador grego Aristóteles Onassis.

A coleção a ser leiloada pela Sotheby's inclui cerca de 295 objetos, incluindo materiais comprados por Meneghini num leilão após a morte da cantora grega-americana, em 1977, disse uma porta-voz.

Cartas de amor escritas por Callas a Meneghini, industrial italiano que era 28 anos mais velho que ela e atuava como seu empresário, serão oferecidas por entre 50 mil euros e 70 mil euros.

Fotos de "La Divina" no palco e uma delas com o presidente americano John F. Kennedy serão oferecidas por a partir de 1.000 euros. O metrônomo de seu uso pessoal terá lance mínimo entre 1.000 e 1.500 euros.

O leilão também vai incluir vestidos de noite criados pelo estilista Biki, de Milão.

Nascida em Nova York, Maria Callas tornou-se um dos maiores ícones do século 20 e é vista como responsável, praticamente sozinha, pelo renascimento do "bel canto" italiano.

Callas, que cantou no teatro de ópera La Scala de Milão, morreu em 1977, aos 53 anos.

O leilão vem atraindo interesse da Grécia, que no passado comprou relíquias antes pertencentes à soprano.

"Tudo o que posso dizer é que estamos interessados", disse um funcionário do Ministério da Cultura grego, Panayiotis Kakoliris. Ele não revelou quanto o país estará disposto a gastar, nem como o dinheiro será levantado.

Nascida com o nome Maria Kalogeropoulos, Callas apresentou-se na Grécia pela primeira vez aos 18 anos de idade. Ela é adorada mesmo por pessoas que não são fãs da ópera.

O leilão acontecerá em 12 de dezembro, e uma exposição será aberta ao público em 7 de dezembro.

terça-feira, outubro 23, 2007

Annick Massis


Annick Massis has performed the title role of Lucia di Lammermoor numerous times. But she’s lost none of her fascination with the musical and dramatic complexities of the character.

“She is fragile, but also very strong. She is mad, but normal,” declares the French soprano. “She is living in a time and place when women have no power. And everyone betrays her—Enrico, even Edgardo and Raimondo. So to go mad feels right.”

Massis also sang the role at the Met in 2002, becoming the first French soprano to do so since Lily Pons. But she is eager to recreate it in Mary Zimmerman’s staging—which she will do on October 17, 20, and 25. “When you have a new production, there is a new energy that’s very exciting!”

She especially appreciates Zimmerman’s openness to performers’ ideas. And she looks forward to exploring her chemistry with the cast, in particular during Lucia’s two duets—the first-act love scene with Edgardo and the second-act confrontation with Enrico—which she feels are crucial musical and theatrical counterpoints to each other.

With such dramatic riches before her, she is vigilant about not getting carried away vocally. “You must always be thinking,” she explains. “Otherwise you will come to the end, and… !!”

The end she’s referring to is Lucia’s famous mad scene, at which point she feels that she must hold nothing back. “It is an honor to perform a mad scene,” Massis says, her eyes glowing with enthusiasm. “You are giving yourself totally to the audience, and they are giving themselves to you. It is a very powerful communal experience, a privileged moment.” —Ellen Keel

terça-feira, outubro 16, 2007

FALECIMENTO

CARLOS VIAL - no detalhe - foto tirada no Theatro Municipal de Snøa Paulo em 1982 na Ópera " O Navio Fantasma" , juntamente com seus amigos , da esq para direita, Regina Elena Mesquita, Eloisa Falcomer, Caio Ferraz, Luiz Tenaglia, Eloisa Baldin, Vera Ritter e sentados, Joaquim Paulo do Espírito Santo e Maestro Mário Zaccaro.



É com muita tristeza que comunico aqui a morte de meu querido amigo, professor e grande cantor Carlos Augusto Vial.
Ele tinha somente 57 anos e fomos amigos por 30 anos.
Hoje pela manhã ainda estivemos juntos no Theatro Municipal, onde trabalhávamos, e ele só se queixou que estava com dor na coluna ... foi para sua casa e não teve tempo para nada, nem de chamar por socorro....

É um grande perda para o Theatro Municipal de São Paulo, para o Coral Lírico Municipal, onde ele atuou por 37 anos , nos últimos 10 ou 15 anos era nosso orientador vocal, para a Escola Municipal de Música, onde era professor de canto, para seus inúmeros alunos, para seus amigos, sua irmã Helena, para seu amigo Nelson e para todos nós , seus amigos ....

Adeus meu amigo.....

segunda-feira, outubro 15, 2007

Don Carlos gets personal on a grand scale


Don Carlos
October 15, 2007

CLASSICAL MUSIC CRITIC




(out of 4)

By Giuseppe Verdi. Canadian Opera Company. Conducted by Paolo Olmi. Directed by John Caird. To Nov. 3 at the Four Seasons Centre for the Performing Arts, 145 Queen St. W.
416-363-8231

We all know that it's not safe to go to the movies, or the opera house, for a history lesson. Instead, for the price of admission, we expect to be transported to somewhere beyond our day-to-day world.

In the case of the original Don Carlos by 19th-century Italian opera composer Giuseppe Verdi, it's a 3 3/4-hour trip through the emotional and social havoc created by an egotistical, absolute monarch.

The opera's depiction of 16th-century Spanish King Philip II, son Don Carlos, third wife Elisabeth de Valois, intrigue at the Spanish court, the Inquisition and pleas from oppressed people in Flanders is based in fact.

But librettists Joseph Méry and Camille du Locle crafted an uneasy mix of grand spectacle and personal pathos for the five-act work commissioned for the Paris Exposition of 1867.

Verdi revisited his score several times after the premiere, eventually settling on a much shorter Italian version for Milan in 1884.

In either version, this is Verdi at the height of his powers, pushing the right emotional button at the right moment. But it takes a rare combination of talent and skill to balance the grand with the personal, to make an emotional impact without clobbering the audience, to move the story forward without truncating the arc of each scene.

The choruses are rousing. The solos, duets, trios and larger ensemble passages build and release tension so imperceptibly that the listener is experiencing the emotional reaction well before realizing how the manipulation has come about.

Best of all, despite Verdi's reputation for a heavy orchestral hand, the most powerful effects are wrought with solo melodies: a cello here, an oboe there. READ MORE

Met Legends: Marilyn Horne

The Guild Event Calendar

Thursday, November 29, 2007 8:00 PM
The Kaye Playhouse

THE METROPOLITAN OPERA GUILD PRESENTS

MET LEGENDS:
MARILYN HORNE


Photo by Marty Umans

In the inaugural event of a new Guild series, this great artist will join us to watch rare film and video clips of her performances and to discuss her life and career with OPERA NEWS editor and chief F. Paul Driscoll.

Program Tickets: $50 for Guild Members and Met Patrons; $75 for all others
Following the program, join Miss Horne and other guest artists for a champagne and dessert reception. $125 for priority seating and reception

For information and tickets, call 212-769-7009.

sábado, outubro 13, 2007

Tenor Joseph Kaiser in Met debut



















NEW YORK -- At 66, Placido Domingo says he's too old to sing the part of a love-struck teenage Romeo. But he's better suited than anyone for the role of coach and mentor to a young tenor who's considered a budding opera star.

Joseph Kaiser made his Metropolitan Opera debut Wednesday in Gounod's "Romeo et Juliette," with Domingo - best known as a tenor - conducting the orchestra. Kaiser, a 29-year-old Canadian, was a surprise replacement for famed tenor Rolando Villazon, who canceled six weeks ago. READ MORE HERE

quinta-feira, outubro 04, 2007

Gheorghiu demitida da Lyric Opera of Chicago


Lyric Opera Star Fired For Misbehavior

Soprano Angela Gheorghiu Had Missed Several Rehearsals


(STNG) CHICAGO One of opera's big stars has been fired for conduct unbecoming a diva.

Soprano Angela Gheorghiu, scheduled to sing Mimi in Puccini's "La boheme" at Lyric Opera of Chicago, was dismissed Friday for missing rehearsals, Lyric general director William Mason said. The action marks the first time that Lyric has taken such a drastic action since 1989, when supertenor Luciano Pavarotti was banished from the Civic Opera House.

Gheorghiu, who has a history of misbehavior at other leading opera houses, missed six of 10 rehearsals for "La boheme," which opens Monday. She and her husband, tenor Roberto Alagna, are known as opera's "Love Couple." He has an equally tempestuous record; he made headlines in December after being booed off the stage at La Scala in Milan during Verdi's "Aida."

"An opera is a collaborative process, and there must be a serious artistic commitment from everyone," Mason said. "We can't allow anyone to be a distraction by their lack of respect for their colleagues." - Read More

quarta-feira, outubro 03, 2007

The Lovers of Verona, Swaggering and Soaring



After the buildup to the opening night of the season, you can expect a certain falloff. But the second night of the Metropolitan Opera’s season on Tuesday was terrific.

Guy Joosten’s production of Gounod’s “Roméo et Juliette” glows with bright blues, the warm tones of inlaid wood and backgrounds of spiraling colored galaxies and stars. When the production opened in November 2005, I found it saccharine. But on Tuesday its jewel-like colors and jewel-box compartments were an appropriate setting for an opera that revealed one vocal jewel after another.

You are not going to hear much better singing than this today. True, Anna Netrebko and Roberto Alagna can both be faulted. She is a little wild, flinging herself into roles and about the stage (especially, on Tuesday, at her first entrance); he has a certain emotional bluntness, and a certain monochrome tone. So much for the obligatory criticism. The bottom line is that Ms. Netrebko produced a luscious sound that you wanted to bathe in forever, especially in her first-act duet with Mr. Alagna. The ultimate measure for a singer should be, Is this a sound you want to listen to? The answer here was yes. Read More