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quarta-feira, abril 22, 2009

Jonas Kaufmann (Tenor)


Born: 1969 - Munich, Germany

The German tenor, Jonas Kaufmann [Kauffmann], completed his formal music studies at the Munich’s Hochschule für Musik, subsequently attending master-classes by Hans Hotter, James King and Josef Metternich. He was a prize-winner at the 1993 Nürnberg Meistersinger Competition.

Jonas Kaufmann's professional career began already during his studies, singing smaller roles at Munich’s two opera houses - with the Bavarian Staatsoper and Munich’s Gärtnerplatz Theater. In 1994 he joined the ensemble at the Saarländisches Staatstheater Saarbrücken for three years. At this opera house he performed the major roles of the lyric repertoire. During this period he was also a regular guest at the leading opera houses of the world: including the Vienna Staatsoper, the Metropolitan Opera, and the Zürich Opera where he has been heard in Die Zauberflöte, Die Entführung aus dem Serail, La clemenza di Tito, Fierrabras, and Monteverdi’s Ulisse. In Chicago he sang in Verdi’s Otello and Traviata; in Frankfurt in Smetana’s The Bartered Bride, and in Brussels in Berlioz’s La Damnation de Faust. In summer 2003 he appeared at the Salzburg Festival in Die Entführung aus dem Serail and in Mozart’s “Great” Mass in minor, both under Ivor Bolton. Sir Colin Davis, Nikolaus Harnoncourt, Riccardo Muti, Kent Nagano, Antonio Pappano and Wolfgang Sawallisch are also among the notable conductors with whom Jonas Kaufmann has appeared in opera and concert.

terça-feira, abril 14, 2009

Espanhol Emilio Sagi é destaque do XIII Festival Amazonas de Ópera

MANAUS - “Sansão e Dalila”, de Camille Saint-Saëns (1835 – 1921), que abrirá o XIII Festival Amazonas de Ópera (FAO) no dia 23 de abril, no Teatro Amazonas, às 20h, deverá entrar para a história do evento. A ópera é uma das mais relevantes obras eruditas francesas. A montagem amazonense reunirá elementos contemporâneos e muitas surpresas, além de grandes nomes do cenário operístico da atualidade, como é o caso do diretor espanhol, Emilio Sagi, tido como um dos maiores nomes do cena internacional. O XIII FAO é uma iniciativa do Governo do Estado, através da Secretaria de Cultura.

São muitas as titulações pelas quais Sagi é reconhecido internacionalmente - diretor cênico, doutor em Filosofia e Letras, pela universidade de Oviedo (Espanha) - são apenas algumas delas. Em Londres, ele completou seus estudos em Musicologia. Em 1980, ele fez seu debut no cenário da ópera, na produção de “La Traviata”, de Giuseppe Verdi (1813 – 1901), na própria cidade de Oviedo, em que assinou a direção. Dois anos mais tarde, ele estreou no Teatro de la Zarzuela, em Madrid, como produtor de “Don Pasquale”, Gaetano Donizetti (1797 – 1848). Em 1990, ele se tornou o diretor do mesmo teatro, posto que acabou ocupando por dez anos.
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terça-feira, março 31, 2009

Placido Domingo

Seasons of the Champion
Using his fourteen previous OPERA NEWS covers as an aide-mémoire, Plácido Domingo shares his thoughts about his first forty years at the Met. F. PAUL DRISCOLL listens in.



On September 28, 1968, twenty-seven-year-old PLÁCIDO DOMINGO made his first appearance on the Met stage, stepping in on short notice for an indisposed Franco Corelli as Maurizio in Adriana Lecouvreur. It was the beginning of one of the truly great Metropolitan Opera careers — a historic relationship between an artist, a company and its audience. The current season's celebrations of the Domingo anniversary began this past September, with a gala dinner onstage at the Met, and continued in February, with Domingo's return to the role of Maurizio, in his first company performances of Adriana Lecouvreur since 1983. On March 15, the Met honors Domingo in the gala celebrating the company's 125th anniversary; the following month, the tenor will be the guest of honor at the Metropolitan Opera Guild's annual membership luncheon at the Waldorf=Astoria.







segunda-feira, agosto 04, 2008

Roberto Alagna


Roberto Alagna, un Faust en pleine forme

Par Thomas JEAN
Le Journal du Dimanche

"Aux Chorégies d'Orange, je fais partie des meubles!" Et surtout des murs. Ceux du fameux Théâtre antique, que Roberto Alagna fait vibrer tous les étés depuis quinze ans. A la première de Carmen, il y a deux semaines, ce sont les gradins qu'il a enflammés. Alors qu'il venait en spectateur, le public salua son arrivée par une standing ovation.

quarta-feira, março 05, 2008

Marcello Giordani - Singing Italian Style


When Verdi's Ernani returns to the Met this month after an absence of more than twenty years, Marcello Giordani will take on the title role. SCOTT BARNES talks to the tenor, who has had an unusually busy New York season.

M
arcello Giordani is a humble guy — and not just humble for a tenor. Tall and handsome, with a gorgeous voice, he has the added advantage of being a persuasive actor. What has he got to be humble about? He suggests that it is his command of English; on the contrary, he speaks idiomatic and nuanced American, with just a hint of a Sicilian lilt. And he is, arguably, the greatest leading tenor of his generation, possessed of a masculine, sexy Mediterranean sound that releases into a thrilling high C and beyond. "Sometimes," says Giordani, "to offend me, someone may say, 'You sing old-fashioned.' They don't know that's a big compliment to me! Look at 'old-fashioned' singers — Pavarotti sang forty-five years! Truly, I am the only real Italian tenor singing at the top level right now. Alagna is French, Licitra is Swiss, Vargas is Mexican. My career is weird, too — a really old-fashioned career. I don't have a record contract. I spend most of the season at the Met." - Read more

terça-feira, março 04, 2008

Morre, aos 86 anos, o tenor italiano Giuseppe Di Stefano

O célebre tenor italiano Giuseppe Di Stefano morreu nesta segunda-feira (3) em Milão aos 86 anos, após quatro anos em coma, informou a agência musical "Studio Musica".

Di Stefano, que nasceu na localidade siciliana de Motta di Santa Anastasia em 24 de julho de 1921, estava em coma desde 7 de dezembro de 2004, devido aos ferimentos causados quatro dias antes por vários assaltantes que invadiram sua casa de Diani (Quênia). Em 23 de dezembro de 2004 foi transferido a um hospital de Milão, onde permanecia internado até hoje.

O nome de Di Stefano, cuja carreira artística se desenvolveu entre as décadas de 40 e 70, está ligado ao de Maria Callas, com quem cantou em várias ocasiões e com a qual estreou em 1951 em São Paulo.

Filho de um sapateiro siciliano, estudou em colégios jesuítas e foi aluno do barítono Montesanto. Estreou em 1946 no nortista Reggio Emilia, onde cantou "Des Grieux", de Jules Massenet. No ano seguinte cantou na Scala di Milano e, em 1948, no Metropolitan de Nova York, com "Rigoletto".

Com Maria Callas formou uma das duplas mais famosas do mundo da ópera, com quem apresentou, entre outras, "I Puritani", de Vincenzo Bellini; "Lucia di Lammermoor", de Gaetano Donizetti; "I Pagliacci", de Ruggero Leoncavallo; "Cavalleria Rusticana", de Pietro Mascagni; "La Bohème", e "Tosca" de Giacomo Puccini; "Manon Lescaut (Des Grieux)", de Jules Massenet, ou "Un Ballo in maschera", de Giuseppe Verdi.

Também atuou em "Rigoletto", "La Traviata", "Il Trovatore", "Aida" e "La Forza del destino", todas de Verdi. Desta forma, Giuseppe Di Stefano levou ao mercado várias recopilações das mais famosas obras do compositor, sozinho ou com Callas.

Colaborou com grandes diretores como Herbert von Karajan (1908-1989) e lotou, além de São Paulo (Brasil), Milão (Itália) e Nova York (Estados Unidos), grandes teatros da Cidade do México (México), Londres (Inglaterra), Viena (Áustria) e Edimburgo (Escócia).