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domingo, dezembro 05, 2010

AMAHL E OS VISITANTES DA NOITE



















“Amahl e os Visitantes da Noite”
ópera de Natal em um ato de Gian Carlo Menotti
tradução: Mt. Almir Rosa e Irenilda Menegusso

Dezembro - dias 10 e 11 às 21h00 e dia 12 às 19h00 - Teatro João Caetano, entrada grátis

Personagens e intérpretes

Amahl – Dênia Campos, soprano

A mãe – Eloisa Baldin, meiossoprano

Gaspar – Paulo Queiroz, tenor

Melchior – Sandro Bodilon, barítono

Baltazar – Carlos Eduardo Marcos, baixo

Pagem – Jonas Mendes, barítono



João Malatian - direção cênica e cenografia

Juliano Suzuki – direção musical e regência

Piano – Karin Uzun

Camerata Municipal (músicos da OSM )

Coral Lírico Municipal - regente Mario Zaccaro
maestrina preparadora Erica Hindrikson

Corpo de Baile da Escola Municipal de Bailado
Coreografia - Saloly Furtado


Produção- Patrícia Venâncio
Coordenadora – Eloisa Baldin

quinta-feira, novembro 11, 2010

"Il Segreto di Suzanna" de E. Wolf- Ferrari








Wolf- Ferrari – Il Segreto di Suzanna

09 de Novembro às 18h30 – Sala Olido

10 de Novembro às 20h00 – Teatro João Caetano

Suzanna – Adriana Magalhães, soprano

Il Conte – Sandro Bodilon, barítono

Sante – José Marson – papel mudo

Karin Uzun – piano

Direção Cênica e concepção - João Malatian

Iluminação - Roberto Fernandes de Paiva

Coordenação, tradução e legendas – Eloísa Baldin

Resumo:

Esta ópera, cujo libreto original em italiano foi escrito por Enrico Golisciani, tem apenas um ato. Estreou no Hoftheater de Munique em dezembro de 1909 com o libreto traduzido para o alemão.

O enredo é bastante singelo e conta a história do ciumento Conde Gil, que acredita ter visto sua esposa, Susanna, caminhando sozinha pela rua.

Fica aliviado ao encontrar a esposa em seu quarto, mas um fato chama a sua atenção: sentiu cheiro de tabaco. Pois se nem ele nem a esposa eram fumantes, quem teria fumado naquele ambiente? Um amante!

Gil percebe que o cheiro vem das roupas de Susanna e esta, acossada pelo marido, confirma ter um segredo, que jamais revelaria. Gil sai de casa à procura do fumante suspeito e Susanna, bastante nervosa, acende um cigarro... Gil, com o pretexto de pegar um guarda-chuva retorna para casa e, ao sentir novamente o cheiro de cigarro, retoma a busca pelo “outro”.

Ao final, Susanna é pega com um cigarro aceso nas mãos e seu segredo é revelado. A ópera termina com juras de amor eterno, entre baforadas de um cigarro fumado por ambos.

domingo, outubro 10, 2010

MANON LESCAUT - Vesperais Líricas 30 Anos



















Puccini – Manon Lescaut

19 de Outubro às 18h30 – Sala Olido

21 de Outubro às 20h00 – Teatro João Caetano

Manon – Elaine Moraes, soprano

Des Grieux – Rinaldo Leone, tenor

Lescaut – Daniel Lee, baritono

Edmund – Ricardo Iozi, tenor

Geronte – Jonas Mendes, baixo

Karin Uzun – piano

Direção Cênica e concepção – Eloisa Baldin

Iluminação - Roberto Fernandes de Paiva

Coordenação – Eloísa Baldin

Resumo:

ATO: Estalagem em Amiens. O cavaleiro DES GRIEUX está com um grupo de Estudantes. Numa diligência, chegam LESCAUT, MANON, sua irmã, e GERONTE, um velho muito rico. LESCAUT pretendia levar a irmã para um convento, mas ela interessa muito a GERONTE, e ele consente que o velho rapte a irmã. DES GRIEUX fica profundamente perturbado com MANON, e se apaixona de imediato. MANON sente-se atraída pelo jovem cavaleiro, com o qual acaba por trocar juras de amor. DES GRIEUX consegue convencer MANON a fugir com ele, na própria carruagem destinada ao rapto. LESCAUT não se preocupa, já que conhece o amor da irmã pelo luxo.

ATO: Paris: MANON vive agora no luxuoso apartamento de GERONTE, mas confessa ao irmão que está cansada de tudo e que o seu único desejo é poder voltar para DES GRIEUX. Com a ajuda de LESCAUT, DES GRIEUX chega no apartamento e encontra MANON sozinha, ele a censura, mas acaba repetindo novas juras de amor. GERONTE surpreende os dois e sai para chamar a Polícia. LESCAUT exorta os amantes a fugirem, mas MANON não se conforma em deixar tanto luxo. GERONTE regressa com a Polícia, acusa a amante de prostituição, e MANON vai presa.

3º ATO: Havre: DES GRIEUX e LESCAUT planejam libertar MANON, que deverá embarcar, com outras prostitutas para a Louisiana, na América do Norte. Quando ouve o nome de MANON, DES GRIEUX coloca-se ao seu lado e mantém-se firme na sua decisão: embarcará também. O Comandante aproxima-se e DES GRIEUX implora-lhe que atenda o seu pedido e eles embarcam juntos.

ATO: O último ato passa-se num deserto na fronteira de Nova-Orleans, um cenário de grande desolação. Perseguidos, eles deixaram a cidade. Agora lamentam a desgraça que se abateu sobre eles, e MANON, pressentindo a morte, pede a DES GRIEUX que a deixe morrer sozinha. Desesperado, DES GRIEUX parte em busca de auxílio, e só, como pedira, MANON exprime a sua desolação. O cavaleiro regressa e ela morre em seus braços.

terça-feira, setembro 21, 2010

Vesperais Líricas - LA GRAN SCENA !

Categoria: Arte, Espetáculo, Música

Tatiana Piva

Para celebrar os 30 anos dos espetáculos encenados pela série Vesperais Líricas, a solista do Teatro Municipal Eloisa Baldin traz um formato inusitado para os palcos, com o espetáculo La Gran Scena – Trans ópera. A produção é uma paródia a trechos de óperas célebres – como Carmen, de Georges Bizet,Rigoletto, de Giuseppe Verdi, e A Flauta Mágica, de Wolfgang Amadeus Mozart –, mas com os papéis femininos interpretados por homens. As apresentações acontecem hoje, às 18h30, na Galeria Olido, e quinta-feira, às 20 horas, no Teatro João Caetano.
O formato foi inspirado em dois projetos semelhantes que fazem sucesso em outras partes do mundo. Um deles é da companhia Les Ballets Trockadero de Monte Carlo, no qual bailarinos dançam um repertório clássico impecável, desempenhando personagens femininos. E o outro é o grupo norte-americano La Gran Scena Opera Company, composto também por homens que interpretam vários papéis femininos.
“Já conhecia o trabalho desses dois grupos. Na verdade, a ideia de fazer um espetáculo assim surgiu de brincadeiras”, conta Eloisa Baldin, que faz a direção cênica e musical do espetáculo. “Sempre via, em momentos de descontração, alguns cantores tirando sarro, imitando vozes de mulheres e repertórios femininos. Pensei: ‘Por que não levar isso para os palcos”, diz Eloisa. Em São Paulo, os dois cantores e intérpretes dos papéis femininos são Diógenes Gomes e Caio Ferraz, barítonos (estilo de voz masculina mais grave e aveludada que a dos tenores) do Teatro Municipal.
Eloisa explica que homens com o estilo de voz contratenores têm facilidade para cantar em tons mais agudos – “Como o Ney Matogrosso, por exemplo”. Mas cantores barítonos não têm facilidade para isso. Por isso, eles cantam usando a técnica conhecida como falsete (pela qual o cantor emite, de modo controlado e não natural, sons mais agudos que os da sua voz natural).
Diferentemente do que ocorre com o grupo norte- americano, no qual simplesmente os homens cantam repertórios femininos, o espetáculo brasileiro conta uma história. Na encenação, Diógenes e Caio representam duas divas italianas – Marta Picaretti e Jovanka Milika – que desembarcam no porto de Santos, no início do século passado, para participar de uma temporada lírica em São Paulo. Elas chegam com os seus respectivos namorados, também cantores – o russo Gregori Sustenidowski e o espanhol Juan Boyol –, interpretados por outros dois solistas do Municipal: Sérgio Wernec e Sandro Bodilon. “É um espetáculo engraçado, que prende a atenção de quem conhece ou não de óperas. Eles (os cantores)estão ótimos”, diz Eloisa.

quarta-feira, agosto 04, 2010

VESPERAIS LÍRICAS 30 ANOS - ZANETTO, Mascagni









VESPERAIS LÍRICAS 30 ANOS

2º semestre de 2010

Zanetto – Mascagni

10 de Agosto às 18h30 – Sala Olido

12 de Agosto às 20h00 – Teatro João Caetano

Zanetto – Silvia Tessuto

Silvia – Angélica Feital

Consciência de Silvia – Rosana Barakat


Karin Uzun - piano

Eloísa Baldin – Direção cênica e concepção


Desenho de luz - Roberto Fernandes de Paiva

Legendas - Ériko Bitencourt Mestrinari

Figurinos e cenários - Central de Produção do Teatro Municipal de São Paulo "Chico Giacchieri"

Coordenação – Eloísa Baldin


Resumo:

Esta pequena pérola do universo operístico foi, ao nosso ver, injustamente esquecida dos grandes palcos mundiais.

Mascagni, ele mesmo, a considera apenas um esboço.

Embora de história simples, ela é impregnada de elementos e arquétipos simbólicos femininos: a perda, o desencontro, a esperança, a busca pelo amor verdadeiro e o temível passar dos anos, qual um punhado de areia que se escoa por entre os dedos.

A peça original, composta por François Coppée, denominada Le Passant foi estreada pela novata desconhecida Sarah Bernardt em 1869, quando ela contava com vinte e cinco anos. A peça teve uma imensa receptividade e teve de ser levada inúmeras vezes, inclusive a pedido do próprio Napoleão III. Foi reencenada quase vinte anos depois e talvez foi nessa época que Mascagni teve oportunidade de assistir e de se encantar, levando-o a escrever esta obra.

Silvia é uma senhora experiente e bela, solitária e desencantada com sua própria vida. O surgir de um simples trovador andarilho, Zanetto, jovem e desprentencioso, a faz retomar todos os seus anseios pelo Amor, esse sentimento tão complexo e de tanta abrangência. O encontro dos dois, numa situação que dura apenas o tempo exato da obra, leva Silvia a refletir em sua vida, a relembrar fatos passados, a aceitar sua própria existência, a respeitar e deixar livre enfim aquele que poderia concretizar a sua felicidade. Esse momento de arbítrio extremo e altruísta, a liberta de todos os seus pensamentos de culpa e de tristeza.

Tivemos a liberdade poética de criar um personagem que é o espelho de Silvia, sua consciência, e é nela que Silvia procura a resposta aos seus anseios e temores.

Mascagni compôs a ópera em 1896 e foi estreada em 2 de maio do mesmo ano, no Liceu Musical Gioachino Rossini.

sábado, fevereiro 27, 2010


























MARÇO

CARMEN

GEORGE BIZET (1838-1875)

Dia 09 de Março – Sala Olido – 18h30

Dia 11 de Março – Teatro João Caetano – 19h00

Carmen – Eloísa Baldin, meiossoprano

Don José – Paulo Queiroz, tenor

Micaela – Rosana Barakat, soprano

Escamillo – Carlos Eduardo Marcos, baixo

Piano – Nancy Bueno

Flauta - Marco Antonio Cancello

Direção Cênica – Eloísa Baldin

Figurinos e cenários – Central de Produção “Chico Giacchieri”

Coordenação de Produção – Rosa Casalli

Assistente de Produção - Júnia Busch

Coordenação Geral – Eloísa Baldin – Projetos Especiais do TM

Vesperais Líricas, 30 anos

Vesperais Líricas – 30 anos
1980-2010

Com muita alegria comemoramos neste ano 30 anos de Vesperais Líricas. 30 anos de atividades ininterruptas, 30 anos de operas, as mais variadas possíveis, 30 anos lançando cantores novos, 30 anos de oportunidades para tantos cantores formarem seus repertórios, 30 anos dando ao público a oportunidade de conhecer títulos que nunca foram ou serão apresentados em nosso teatro, 30 anos formando público, 30 anos oferecendo óperas semanalmente para o público de São Paulo.
Temos muito o que comemorar, temos muito com o que nos alegrar.
Em 1980 foi lançado o Projeto Pró Ópera pela Secretaria Municipal de Cultura, e dentro desse projeto surgiu a série “Novos Valores na Ópera” que mais tarde viria a ser mudado para “ Vesperais Líricas”. O Projetos Pró Ópera visava encontrar e lançar novos e jovens cantores brasileiros no cenário lírico de nossa cidade e valorizar artistas brasileiros consagrados. Para tanto foram organizadas audicões e tantos foram os novos talentos que se apresentaram e tantos aprovados, que na temporada daquele ano não havia lugar para todos se apresentarem. Foi então que surgiu a idéia de uma série que pudesse dar a esses e outros jovens cantores ou cantores ainda desconhecidos a oportunidade de se apresentarem em público. Nascia então as “Vesperais Líricas”.
O primeiro concerto foi no dia 18 de Setembro de 1980 no Saguão do Teatro Municipal com o tenor Tomasino Castelli e Claudio de Brito ao piano.
Nesse primeiro ano e nos anos subsequentes as apresentações sempre foram feitas no Saguão do Municipal. Com o fechamento do teatro para a reforma de 1984/88 as Vesperais foram transferidas para o Auditório da Biblioteca Mario de Andrade. Com a reabertura do teatro as Vesperais voltaram para o seu lugar de origem, porém alguns anos mais tarde foram para o Salão Nobre do Teatro Municipal. Na década de 90 eram realizadas 5 apresentações concomitantes em 5 diferentes teatros – Municipal, João Caetano, Arthur de Azevedo, Paulo Eiró e Auditório do MuBe, todas nas segundas feiras no horário das 18h30.
Em 2005 as Vesperais foram para a Sala Olido e a partir de então muitas de asuas produções começarm a ser encenadas, com os devidos figurinos, cenários , quase uma opera completa! Títulos de óperas em 1 ato começaram a ser descobertos pelos cantores, novos diretores de cena puderam colocar em prática suas idéias e as Vesperais se transformaram em pequenas óperas, óperas de bolso, ou “pocket operas” e assim o público que nunca pode assistir uma ópera no teatro pode entrar em contato com essa arte tão fantástica e tão completa que é o “dramma in musica”.
Neste ano as Vesperais terão duas récitas de cada título, uma na Sala Olido e a segunda no Teatro João Caetano e esperamos assim alcançar um público maior e mais diversificado.
Durante esses anos todos grandes nomes de nossa cenário lírico começaram suas carreiras ou tiveram nas Vesperais a oportunidade de amadurecer e se aperfeiçoar. Nomes tais como Paulo Szot, Adelia Issa, Carlos Augusto Vial, Andrea Ferreira, Denise de Freitas, Luciana Bueno, Regina Elena Mesquita, Luiz Tenaglia, Sebastião Teixeira, Rosana Lamosa, Fernando Portari, Marcello Vannucci, Monica Martins, Celine Imbert, Rubens Medina, Rodolfo Giulianni, Eiko Senda, Carlos Eduardo Bastos, Eloisa Baldin, Savio Sperandio, Douglas Hahn, Paulo Queiroz, Martha Herr, Edna e Edinéia de Oliveira, Miguel Geraldi, Berenice Barreira, Luiz Orefice, José Siveira, Silvia Tessuto se apresentaram ou ainda se apresentam nessa série.
Grandes pianistas também puderam nas Vesperais ter início de suas carreiras nessa tão complexa arte de acompanhar uma ópera, hoje grandes maestros, grandes pianistas que atuam nas mais diversas areas da música em nossa cidade tais como Marcelo de Jesus, Vania Pajares, Maria Emília Moura Campos, Marco Antonio Bernardo, Fernando Tomimura, Marzilda Hein, Ricardo Balestero, Karin Uzun entre tantos. Nomes consagrados como Claudio de Brito, Oleg Kusnecov, Achille Picchi, Joaquim Paulo do Espírito Santo também deram sua preciosa contribuição para a série.
Seria praticamente impossível mencionarmos aqui o nome de todos os cantores, todos os artistas que se apresentaram durante tão longo período de espetáculos semanais, mas queremos, no nome dos mencionados aqui , homenagenar todos aqueles que fazem parte dessa história.
Como coordenadores das Vesperais tivemos maestros, cantores e regisseurs que puderam contribuir muito para que essa série tivesse o sucesso e a continuidade que teve. Podemos citar os nomes de Oswaldo Colarussso, Emerson Eckmann, Maria Rosa Sabatelli, Pedro Vaz de Arruda, Alessandro Sangiorgi, Luiz Malheiro, Regina Elena Mesquita, Esmeralda Ruzanovsky e atualmente a mezzo soprano Eloisa Baldin.
Que neste ano possamos oferecer ao nosso fiel público lindos espetáculos, que celebrem esses 30 anos de maneira digna e que essa série possa chegar a outros tantos 30 anos, sempre crescendo, na formação de cantores, na formacão de público, para o crescimento cultural de nossa cidade.
Bravi Tutti!

Eloisa Baldin
Coordenadora das Vesperais Líricas

sábado, julho 05, 2008

Atualizando - La Navarraise

Muito trabalho, sem tempo de ficar em casa e sem tempo de postar ....enfim , fiquei muito tempo sem atualizar meu blog ! Ainda bem que foi por uma boa causa !
Vou colocar aqui fotos de um de meus últimos trabalhos, a ópera La Navarraise, de Massenet, que fiz no último dia 24 de Junho, na série Vesperais Líricas, mas que na verdade de veria ter sido feita no Municipal ... hehehehehe. No final acabou ficando uma grande produção e foi uma experiência incrível para todos !
Bravi Tutti !
- as fotos são de Rosana Barakat.




Morte de Araquil e loucura de Anita


Anita e Gen. Garrido



Anita e Araquil, ele ferido de morte

Araquil pouco antes de sua morte

Anita, desesperada

Anita em sua loucura

Anita e Araquil, 1º ato


Anita, Remigio, pai de Araquil e Araquil


Araquil/ Miguel Geraldi

Gen. Garrido e seus oficiais

Bustamante e seus soldados


Cenário
Sarg. Bustamante e Gen. Garrido

Anita e Araquil

Anita e Cap. Ramón


Anita/ Eloisa Baldin