Que horas são em São Paulo, Brasil ?

Mostrando postagens com marcador Concert. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Concert. Mostrar todas as postagens

sábado, maio 17, 2008

O Coral Lírico Municipal - II Encontro de Coros Camargo Guarnieri


O Coral Lírico Municipal estará se apresentando no dia 24/05 às 17h00 , encerrando as apresentações desse dia com o espetáculo " Líricos e Populares"

Programa


Felix Mendelssohn Bartholdy
(Hamburgo, 3 de fevereiro de 1809 – Leipzig, 4 de novembro de 1847)
Salmo 42 “Wie der Hirsch schreit soli”, Opus 42
Quinteto e Coro final
solista – Elayne Casehr, soprano
Eduardo Goes - tenor
Alex Flores - tenor
Sandro Bodilon - baritono
Jang Ho Joo - baritono

Giuseppe Verdi – (Roncole, 9 ou 10 de Outubro de 1813 – Milão, 27 de Janeiro de 1901)
arranjo de Mario V. Zaccaro ( S.Paulo,1955 )
da ópera Nabuco – “Va Pensiero”

George Gershwin – (Brooklyn, 26 Setembro 1898; Hollywood, 11 Julho 1937)
arranjo de Mario V. Zaccaro ( S.Paulo,1955 )
“I Got Rhythm”
solista – Margareth Loureiro, mezzo soprano

Milton Nascimento – (Rio de Janeiro, 26 de outubro de 1942)
arranjo de Mario V. Zaccaro ( S.Paulo,1955 )
“Encontros e Despedidas”

Giacomo Puccini
(Lucca, 22 de dezembro de 1858 — Bruxelas, 29 de novembro de 1924)
da ópera Turandot - “Gira la Cote”

Carl Orff
(Munique, 10 de julho de 1895 — Munique, 29 de março de 1982)
da cantata Carmina Burana
“Dulcissime , Blanziflor et Helena, O Fortuna”
solista – Berenice Barreira, soprano

Coral Lírico Municipal
regente e arranjos, Mario Valério Zaccaro
direção cênica, concepção e coreografias, Eloisa Baldin
iluminacão, figurinos e cenários, Miguel Geraldi

pianos : Maria Emília Moura Campos
Marizilda Hein

sábado, janeiro 19, 2008

Soprano brasileira realiza concertos no Japão

Publicado em 18/1/2008 12:28:00

Soprano brasileira realiza concertos no Japão

Manuela Freua interpretarEcomposições de Heitor Villa-Lobos e Puccini em apresentações em Gifu

Manuela Freue ( )

Manuela Freue


Começa no dia 19 a série de concerto Liszt Ongakuin no Nakamatachi (Amigos da Sociedade da Academia de Música de Liszt), com a presença da soprano brasileira Manuela Freua, e apresentações em três cidades de Gifu: Minokamo, Gero e Ogaki e em Kanazawa (Ishikawa). Os eventos contam com o apoio da Embaixada do Brasil e Hungria.

Manuela ingressou na Academia de Música de Liszt na Hungria em 2005 e atualmente atua no Brasil. Pianista desde os 6 anos de idade e bacharel em canto pela Unesp, ela interpretará composições de Heitor Villa-Lobos e Puccini.

No palco, Manuela será acompanhada pela pianista Tomoko Nakayama, natural de Kanazawa, colega da academia de música na Hungria.


Liszt Ongakuin no Nakamatachi

  • Apresentações:
    19 (sábado) - Minokamoshi Bunka Kaikan, às 14h
    21 (segunda-feira) - Geroshi Seiun Kaikan, às 19h
    23 (quarta-feira) - Ogakishi Suitopia Center, às 18h30
    25 (sexta-feira) - Ongakudoo Koryu Hall em Kanazawa (Ishikawa), às 14h
  • Entrada: ¥ 2.000 adultos e ¥ 1.000 estudantes do kookoo
  • Informações e ingressos: 0574-26-0590 (Gifu) ou 076-232-8632 (Kanazawa), em japonês

quarta-feira, dezembro 26, 2007

Concerto de Reis com Elisabete Matos


O Theatro Circo brinda o público com um concerto que promete ser memorável. A 4 de Janeiro sobe ao palco a mais prestigiada soprano portuguesa: Elisabete Matos.


Elisabete Matos, a soprano portuguesa mais prestigiada no estrangeiro, é, juntamente com a Orquestra do Algarve, a convidada de honra do ‘Concerto de Reis’ que o Theatro Circo promove a 4 de Janeiro, às 21,30 horas.
A assinalar o início da programação do Theatro Circo para 2008, Elisabete Matos regressa, desta forma, à sua cidade natal, para, no palco principal, dar voz a obras de Suppé, Zeller, Chapí e Lehár, entre outros.
Sob direcção de Cesário Costa, um dos mais requisitados maestros da nova geração, Elisabete Matos – que recentemente se destacou na interpretação de Madame Lidoine, de “Dialogue des Carmélites” (Poulenc), no Scala de Milão – traz a Braga um reportório composto pelos temas “Abertura de Poeta e Camponês”, de Suppé, “Ária une chambre séparée”, de Heuberger, “Ária Einer wird kommer”, de Lehár, “Abertura de As Alegres Comadres de Windsor”, de Nicolai, “Ária Sei nicht bös”, de Zeller, “Wien, du Stadt meiner Träume”, de Sieczynski e “Meine Lippen, sie küssen so heiss”, de Lehár.

Na segunda parte do concerto, o público tem ainda a oportunidade de ouvir a soprano, que se distinguiu ao contracenar com os notáveis Plácido Domingo e José Carreras, em “Prelúdio de Agua, azucarillos y aguardiente”, de Chueca e Valverde, “Tango de Ermenegilda” (“La Gran Via”), “Schotis del Eliseo Madrileño” (“La Gran Via”), “Sierras de Granada” (“La Tempranica”), de Giménez, Intermédia de “La Boda de Luís Alonso”, “Cancíon de la gitana (“La Chavalla”), de Chapí e “Las carceleras” (“Las hijas del Zebedeo”).

terça-feira, dezembro 04, 2007

Concerto em Botucatu

Embora a redação esteja um pouco confusa, dando a entender que a Josely o Ricardo e eu fomos membros do Coral, dá pra ver que o concerto foi um sucesso.
O Ricardo fez parte do Coral, eu fui professora e orientadora vocal e a Josely é de Botucatu e também deu aulas para o Coral.

Bom aqui vai :

D E S T A Q U E S
Teatro lotado para os 20 anos do Coral Cidade de Botucatu
O Teatro Municipal Camillo Fernandez Dinucci ficou lotado na noite do último sábado, dia 1º de dezembro, para a apresentação de 20 anos do Coral Municipal “Cidade de Botucatu”.

O repertório do espetáculo foi variado, passando por temas brasileiros, negro spiritual e popular internacional, interpretados por 32 vozes. O concerto contou com números especiais, com a participação de antigos coralistas.

Participaram três cantores, sendo eles Ricardo Iozi, Josely Antônio e Eloisa Baldin, além de Marizilda Hein, ao piano.

O encerramento foi marcado pelo acompanhamento da Orquestra Sinfônica de Botucatu, com a execução do tema “Glória”, de Vivaldi.

Nos demais números, o Coral foiacompanhado por Maíra Ferreira [piano], Rodrigo Angêla [baixo], Renato Marques Pereira [percussão] e Claudemir Ferreira [violão].

O concerto comemorativo de 20 anos do Coral é uma realização da Prefeitura de Botucatu, através da Secretaria Municipal de Cultura.

O Coral Municipal “Cidade de Botucatu” foi criado em 25 de novembro de 1987. Teve como regentes a professora Arlete Bravo Nogueira e Vital Walter de Oliveira Filho.

Desde 1994 sob a regência da professora Márcia Furrier Guedelha Blasi, o Coral Municipal vem se tornando importante veículo de manifestação cultural do Município.

Atualmente o Coral de Botucatu está executando um projeto especialmente desenvolvido para estudantes denominado “Coral nas Escolas”, que consiste em levar até os jovens a música praticada em conjunto e em seu maior grau de pureza: o “Canto a Capella”.
[da assessoria]

redacao@entrelinhas.com

sexta-feira, novembro 30, 2007

Concerto Comemorativo - 20 anos do Coral de Botucatu



Trabalhei durante 8 anos com o Coral Municipal de Botucatu, fizemos coisas lindas juntos, montamos uma ópera, vários concertos encenados, foi um trabalho do qual me orgulho muito e tenho muitas saudades.
Ainda não perdi as esperancas de voltar a dar aulas para esse pessoal maravilhoso, os quais são meus grandes amigos, principalmente a sua regente, Márcia Blasi.
Colocarei depois fotos de nossa " le Nozze di Figaro", que foi meu último trabalho com eles, o coroamento de um esforço em conjunto que foi altamente recompensador.
Estarei cantando com eles nessa comemoração especial, o que me deixa muito feliz e honrada.
PARABÉNS CORAL !!!!!

quarta-feira, novembro 28, 2007

NATAL


Concerto na Avenida Paulista abre com ópera as comemorações do Natal 2007

Allegro Coral e Orquestra e os solistas Marlei Santos e Sebastião Teixeira executam, gratuitamente, peças de Puccini, Rossini e Enio Morricone, a partir de 30 de novembro, quando se inicia a série de apresentações Concertos de Natal PanAmericano.

LinkSão Paulo– Um dos principais corredores das comemorações natalinas na cidade, a Av. Paulista, abre a celebração deste ano com o início dos Concertos de Natal PanAmericano, série de apresentações gratuitas e ao ar livre, comandadas pelo Allegro Coral e Orquestra. O concerto inaugural apresenta os solistas Marlei Santos, Sebastião Teixeira, a Banda Sopros Urbanos e a participação especial do Coral dos Funcionários do Banco PanAmericano. No programa, composições como “Cavatina” (da Ópera “O Barbeiro de Sevilha”, de Puccini), “Nessun Dorma” (da Ópera “Turandot”, de Rossini) e a canção tema do filme “Cinema Paradiso” (composta por Enio Morricone). Serão apresentados ainda standards norte-americanos, sucessos internacionais e músicas natalinas. Leia Mais

terça-feira, julho 24, 2007

Dietrich Fischer-Dieskau - Schumann

Robert Schumann: Kerner-Lieder, Liederkreis, Dietrich Fischer-Dieskau (1954, 1955)
par Anthony Goret


Audite nous ofre une excellente occasion d'écouter Dietrich Fischer-Dieskau dans un enregistrement des Kerner-Lieder et Liederkreis (Eichendorff) de Robert Schumann. Fraîcheur vocale et spontanéité juvénile imposent l'interprète qui est au début de sa carrière. Un témoignage incontournable.

Dietrich Fischer-Dieskau a enregistré ces monuments du répertoire du lied à de nombreuses reprises tout au long de sa carrière. On redécouvre un chanteur au faîte de la maîtrise de son art, et la fraîcheur vocale et la spontanéité dont il fait preuve, contrastent avec les versions futures. Son enthousiasme juvénile et les nombreuses couleurs vocales présagent déjà de l’évolution de son chant vers une intellectualisation et une colorisation du mot. Sa voix chaude, soyeuse et caressante, évoluera vers un timbre plus granuleux mais offrant les possibilités infinies d’expression vocale qu’il saura exploiter même lorsque sa voix sera quelque peu fatiguée dans les dernières années de sa carrière.

Lors de l’enregistrement des Kerner-Lieder avec Sawallisch en 1975 et Eschenbach en 1977, Dietrich Fischer-Dieskau adopte des tempos plus rapides et se montre déjà beaucoup plus extraverti que dans la version actuelle. Le timbre déjà un peu plus fin et moins doux sculpte chaque phrase et attribue à chaque mot, une couleur particulière. Les tempos subiront de subtiles variations dans le prolongement de son expression musicale.

Même si la version Eschenbach nous paraît plus captivante, cet enregistrement plus spontané, révèle le chanteur dans un timbre que l’on n’a pas coutume de lui connaître.

Autres versions:

Liederkreis
1954 : Gerald Moore
1955 : Günther Weissenborn
1959 : Live à Salzburg avec Gerald Moore
1975 : Extraits d’un Live à Salzburg avec Sawallisch
1977 : Christoph Eschenbach
1986 : Alfred Brendel

Kerner-Lieder
1954 : Hertha Klust
1957 : Günther Weissenborn
1959 : Gerald Moore : Live à Salzburg avec Gerald Moore
1975 : Wolfgang Sawallisch
1977 : Christoph Eschenbach

Robert Schumann (1810-1856)
: Kerner-Lieder Op. 35 (*), Liederkreis Op. 39. Dietrich Fischer-Dieskau, baryton. Günther Weissenborn, Hertha Klust (*), piano

quinta-feira, junho 21, 2007

Cantor Fernando Portari fala à VivaMúsica!









Notícia de 11/05/2007

Cantor Fernando Portari fala à VivaMúsica!
sobre sua performance em Berlim ao lado de Anna Netrebko

Como VIVAMÚSICA! anunciara, o tenor carioca Fernando Portari substituiu o mexicano Rolando Villazón em récita de “Manon” na última quarta-feira, dia 9. Na montagem da Berlin Staatsoper Unter den Linden, Portari cantou o principal papel masculino da ópera de Massenet, o Chevalier Des Grieux, ao lado do soprano russo Anna Netrebko.

Ainda sob o impacto da performance, Fernando Portari falou por telefone de Berlim com a jornalista Renata Izaal, da equipe de conteúdo de VIVAMÚSICA!. Confira trechos da conversa.

A Performance e o impacto da noite

Foi maravilhoso. Fui muito bem recebido e aplaudido de pé pelo público. Para mim foi uma noite mágica. Meus colegas de palco foram muito generosos, especialmente Anna Netrebko. Entramos de braços dados para os agradecimentos, mas ela se afastou para que o público me aplaudisse. Foi muito emocionante e fiquei muito tocado com a generosidade dela. Ainda estou em estado de choque e muito comovido por saber que num teatro tão importante e com artistas estelares há tanta generosidade. Foi muito emocionante e estou muito feliz!

O convite

Tudo surgiu quando meu agente (Portari é artista da agência italiana Atelier Musicale, de Bologna) me ligou e propôs uma coisa inusitada: substituir Rolando Villazón nos ensaios de “Manon” na Staatsoper de Berlin, mas sem previsão de cantar nenhuma récita. Não vacilei em aceitar porque seria uma oportunidade fantástica para mostrar meu trabalho em um dos maiores teatros do mundo, além de trabalhar com ninguém menos que Daniel Barenboim, Rolando Villazón, Anna Netrebko e a incrível orquestra StaatsKapelle.

Netrebko e Villazón

No Brasil não fazemos idéia de como são as coisas na Europa. Aqui na Alemanha esses artistas são como as estrelas da música pop nos Estados Unidos. Andando por Berlim há retratos da Netrebko e do Villazón espalhados pelas ruas. Ela é de uma generosidade absurda, incrível. No palco sempre me olhava como se dissesse “estou com você”. Fiz um ensaio com orquestra e ao final o Villazón gritou “Bravo Fernando!” Eles sabem quem são, o talento que têm, mas também reconhecem o outro virtuoso.
O trabalho com Daniel Barenboim

Ele não é apenas um músico. É muito preocupado com as coisas do mundo e trabalha em função da sociedade. É um homem muito culto, fala várias línguas e sempre tenta conversar com os artistas na língua materna de cada um. Como tem primos no Brasil arranhou um “portunhol” para se comunicar comigo. É uma grande personalidade em Berlim. A Staatsoper é um teatro de repertório, e como esse tipo de teatro, corre o risco de ficar enfadonho. Barenboim consegue deixar tudo fresco, descobrir novas coisas, e ter um teatro encantador.

Temporada Alemã

Estou em Berlim desde 25 de março. É completamente diferente de fazer ópera no Brasil. Aqui há uma engrenagem organizada e crítica. É claro que toda montagem envolve riscos, mas eles tentam minimizá-los. No Brasil, nossa cultura é baseada no evento. Aqui há planejamento e isso dá segurança ao artista para trabalhar. Um exemplo: vou fazer uma audição para um espetáculo regido por John Eliot Gardiner, em Paris, que está agendado para 2010!

"Manon", de Massenet

Estudei na Alemanha e quando voltei para o Brasil a primeira pessoa que conheci foi a Rosana (Rosana Lamosa, soprano, com quem Fernando Portari é casado há 10 anos). Já atuamos juntos em várias óperas, mas a primeira foi justamente “Manon” de Massenet. Cantei o mesmo Chevalier Des Grieux e a Rosana cantava a Manon.

A Carreira

Não é fácil chegar à Staatsoper. É claro que sei qual o meu valor, mas é preciso humildade para estudar, descobrir e melhorar. Tenho alguns convites: “Manon” em Palermo; “Werther” e “Elixir do Amor” em Catania, com turnê pelo Japão; “Lucia de Lamermoor” em Bologna, “Otello”, de Rossini, na Suíça e “I Lombardi” em Nápoles. No Brasil, em 2007, canto no “Rigoletto” que o maestro Cláudio Cruz prepara em Ribeirão Preto e com a Osesp na “Canção da Terra”, de Mahler, em setembro.

terça-feira, maio 29, 2007

Elena Obrastzova no São Pedro




Foi uma linda noite e um lindo recital com que fomos presenteados na noite do dia 22 de Maio no Teatro São Pedro.

Há divergências quanto à sua idade, uns dizem 68, outros 69 e outros ainda 78 ... enfim, de qualquer maneira, ela já está com uma certa idade, mas isso não veio e não vem ao caso, porque quem esteve lá naquela noite foi soberbamente gratificado.
Ela estava visivelmente resfriada e a voz chegou a falhar algumas vezes, mas isso não a impediu de seguir exatamente o que havia ensaiado, usando e abusando de pianíssimos e nos brindando com algumas interpretações "a penello".
Ma primeira parte cantou cancões de Hahn, Eric Satie e Tosti - embora seja um repertório que requer filigranas de interpretação e vocais, ela assim mesmo conseguiu, em grande parte, nos levar à atmosfera que as canções exigiam.
Na segunda parte nos brindou com árias de ópera, com Dalila, Carmen, mas o que mais levantou o grande público presente foram as suas interpretações da Condessa da " Dama de Espadas" de Tchaikovsky, simplesmente fantástica !
Ainda, depois de todo o recital, deu de bis mais três árias e dentre elas a lindamente interpretada " Ária das Lágrimas - Va! laisse couler mes larmes.
Foi uma noite e tanto !
Bravissima Elena !
- é uma pena que grandes cantores, como ela, deixem sempre para vir ao Brasil quando estão no final de suas carreiras ou , como foi o caso de Juan Diego Flores, venham quando estão bem no começo e ainda não são tão requisitados ..... mas é melhor do que nada !

quarta-feira, abril 04, 2007

CANTATA "DEUS O MUNDO AMOU"




Neste domingo de Páscoa venha comemorar conosco a ressurreição de Jesus Cristo com a Cantata de Tom Fettke e Camp Kirkland " Deus o Mundo Amou", que será apresentada pelo Coral IBPP, Coral da Igreja Batista em Planalto Paulista, em São Paulo ,SP, sob a regência de Eloisa Baldin. A cantata será apresentada juntamente com cenas do filme de Franco Zeffirelli "Jesus de Nazaré", numa edição feita por Elise Roese.
Que Deus os abençoe nesta Páscoa.
MARANATHA !

sexta-feira, março 30, 2007

Philippe Jaroussky - contratenor

Philippe Jaroussky é a nova sensação do canto lírico na Europa.
Sua angelical voz de contra-tenor é de rara beleza e sua técnica é perfeita.
Acaba de ser eleito o Melhor Cantor do Ano na França.



terça-feira, dezembro 26, 2006

Young Players Fulfill a Christmas Tradition at Carnegie Hall


The New York String Orchestra includes performers on woodwind, brass and percussion instruments, but why tamper with a name that has both cachet and tradition, however inaccurate it is nowadays. The group springs into being every December, when a few dozen young musicians (63 of them this year) come to New York from around the country for the New York String Orchestra Seminar. The program, 10 days of chamber and orchestra coaching for musicians between 15 and 22, is sponsored jointly by Carnegie Hall and the New School. It includes a pair of concerts at Carnegie Hall, the first always a relatively short, intermission-free program on Christmas Eve.


This year the Christmas Eve concert was devoted fully to Mozart, whose 250th anniversary year is quickly and, at long last, coming to a close; soon we’ll resume hearing Mozart all the time without having to give a reason.

There is of course ample reason for young musicians to spend quality time with Mozart, and the orchestra’s zesty, alert performances left a listener with the impression that these players were happy for the opportunity. Their performances, conducted by Jaime Laredo, were solidly unified, but flexible enough to provide the sudden, dramatic dynamic shifts that Mr. Laredo regularly demanded.

The concert was as much an opportunity to hear how Mr. Laredo’s conducting has changed over the years as to eavesdrop on the next generation of orchestral players. When he took over this orchestra in 1993, after the death of its founder, Alexander Schneider, Mr. Laredo adhered largely to his predecessor’s warmly Romantic approach, with fluid tempos, elongated phrases and even, at times, a hint of portamento applied to Baroque and Classical era works.

Gradually Mr. Laredo has updated his interpretive approach, and the orchestra’s sound. And on Sunday evening its Mozart was fully in the current style. The broadened chasm between piano and forte is part of it. So are relatively trim textures, and the breakneck tempos Mr. Laredo took, to the evident joy of the players, whose vigorous account of the “Impresario” Overture made it into something more than a curtain raiser.

In the Sinfonia Concertante, with Mr. Laredo conducting from the viola and Jennifer Koh as the violin soloist, the most notable moments were in the slow movement. There the violin, with its low-lying line, nearly matches the viola in tone, and Ms. Koh and Mr. Laredo played the serene dialogue with a meltingly beautiful sound.

The program ended with an appealingly rambunctious reading of the Symphony No. 36.

The ‘Ring’ Recycled, the Met Revitalized


LOOKING back over the year, I tried to compile a list of highs and lows in classical music. But call me irresponsible; I simply found too many exciting and meaningful achievements to dwell on the disappointments. So here are some of the most memorable events:




Gary Beechey
From left, Laura Whalen, Allyson McHardy and Krisztina Szabo in the Canadian Opera Company’s staging of “Das Rheingold.”
1. On paper a Britten evening may not have seemed the most daring way for the English tenor Ian Bostridge to begin his Perspectives series at Carnegie Hall. But that program, in Zankel Hall in March, presented this adventurous artist in Britten’s mercurial song cycle “Winter Words,” on poems by Thomas Hardy, and in the neglected Canticles, five unorthodox works for voices and instruments on texts ranging from Jacobean metaphysical poetry to T. S. Eliot. Mr. Bostridge gave haunting, deeply expressive and keenly intelligent performances.

2. The Shostakovich centennial was celebrated by the Emerson String Quartet at Alice Tully Hall and the Alexander String Quartet at the Baruch Performing Arts Center with competing cycles of the 15 quartets, performed in chronological order. It was a special privilege to hear the dynamic Alexander performances in Baruch College’s intimate 176-seat auditorium. Seldom have these anguished, playful, ironic and masterly works seemed so profoundly personal.

3. Two notable new productions of Wagner’s daunting “Ring des Nibelungen” came in close succession. In July, the Bayreuth Festival in Germany introduced an engrossingly modern staging by the playwright Tankred Dorst, which presented the gods, dwarfs and mortals as souls forgotten by the world who keep trying to relive their stories. The production was dominated by the organic, intense and insightful conducting of Christian Thielemann. Then, in September, the Canadian Opera Company in Toronto offered an imaginative production with each opera staged by a different director, conducted vibrantly by Richard Bradshaw. But the big news there was the company’s splendid new home, an inviting, sleek and intimate house that seats just 2,000.

4. Peter Gelb, the new general manager of the Metropolitan Opera, deserves credit for his overdue, energetic and multifaceted public outreach efforts. And bringing Anthony Minghella’s visually arresting, highly stylized production of Puccini’s “Madama Butterfly” to New York in September was a bold way for Mr. Gelb to inaugurate his tenure.

5. The dramatic soprano Deborah Voigt had a career milestone at the Lyric Opera of Chicago with her first staged performances of the title role in Strauss’s “Salome,” beginning in October. After a long period of adjusting to her slimmed-down postsurgical body, Ms. Voigt looked vibrant and acted with abandon. But what mattered more was that she sounded vocally secure and confident, singing with unforced power, shimmering sound and supple phrasing. Imagine this punishing role actually sung, not shouted.

6. This month at Zankel Hall, the French pianist Pierre-Laurent Aimard brought his staggering technique, searching intellect and fantastical imagination to a program of 24 études that was itself an artistic creation. It was fascinating to hear musical resonances among varied works by Ligeti, Debussy, Chopin, Rachmaninoff, Scriabin, Bartok and Liszt. As a last-minute surprise, Mr. Aimard also played the premiere of an impetuous, finger-twisting piano piece, “Caténaires,” by Elliott Carter, who was there to take a bow on his 98th birthday.

7. Happily, the year brought new recordings to assuage a loss. In July the incomparable mezzo-soprano Lorraine Hunt Lieberson died at 52. Two recordings released this year will enhance her legacy while enriching the repertory with recent works by her husband, Peter Lieberson. A highlight of a Lieberson recording on the Bridge label is a live 2004 version of his quizzical and harmonically spiky “Rilke Songs,” with Ms. Hunt Lieberson accompanied by the incisive pianist Peter Serkin. And just this month Nonesuch released a live 2005 recording of Mr. Lieberson’s “Neruda Songs,” settings of five love sonnets by the Chilean poet Pablo Neruda. This is music of subdued intensity and aching beauty, sublimely performed by Ms. Hunt Lieberson and the Boston Symphony Orchestra, conducted by James Levine.

Sadly, there were other notable deaths as well, including several legendary women of opera: the sopranos Birgit Nilsson, Anna Moffo, Elisabeth Schwarzkopf and Astrid Varnay, as well as the supremely gifted, if often chaotic, conductor and stage director Sarah Caldwell. Gyorgy Ligeti, a composer who loomed over the last decades of the 20th century, also died. Together, these artists gave us countless highs.

quarta-feira, dezembro 06, 2006

ANA NETREBKO - MUSICA DE RAIZ

Música de raiz



A história de Anna Netrebko poderia bem ser o libreto de uma ópera metalingüística. Estudante do Conservatório de São Petersburgo, trabalhava como faxineira do Teatro Mariinsky, berço de notáveis talentos da ópera e balé russos. O ofício lhe garantia contatos diários com os ensaios da companhia do teatro e permitiram, posteriormente, que fosse descoberta pelo maestro Valery Gergiev, por meio de um concurso. Daí para o reconhecimento internacional foi necessário apenas pouco mais de uma década e alguns discos. Só nesse ano foram quatro lançamentos, dois CDs e dois DVDs.
Entre os recém-lançados, Russian Album apresenta, somado à bela voz de Anna Netrebko, um repertório do que há de mais significativo da tradição operística russa. Após destacar-se em gravações dos mais pops dos clássicos da ópera, a soprano grava Tchaikóvsky, Rachmaninov, Rimsky-Korsakov, Glinka e um trecho da Guerra e Paz por Prokofiev, faixa em que se percebe o inegável talento de Netrebko cantando na língua pátria.

O disco foi gravado com a Orquestra do Teatro Mariinsky, sob regência de Valery Gergiev, em dezembro de 2005 e em janeiro, maio e junho de 2006. Desse modo, Anna Netrebko não apenas reconstrói suas origens no repertório escolhido, como também por meio da casa na qual era faxineira e com o maestro que a descobriu. São estas as raízes da soprano que se revelou surpreendente e que tem sido aclamada pela crítica com algum exagero, à procura de uma sucessora de Maria Callas. Aparando os excessos da mídia, Anna Netrebko é uma voz que, sobretudo, merece ser ouvida. (Rodrigo Manzano)


ANNA NETREBKO
Russian album
Deutsche Grammophon
Preço médio: R$ 42

terça-feira, dezembro 05, 2006

MAGNIFICAT - J. S. BACH - dia 17 de Dezembro as 18h30

IGREJA BATISTA EM PLANALTO PAULISTA
Alameda dos Guaicanãs, 103 - Planalto Paulista
Próximo ao Metrô Pça da Árvore/ travessa da Av. José Maria Whitaker



O "Magnificat" encontra-se no livro de
Lucas 1:46-55

O cântico de Maria

46-55
E Maria respondeu:
Oh, como eu louvo o Senhor! E quanto me alegro em Deus, meu Salvador! Porque reparou na sua humilde servidora, e agora, por todas as gerações, serei chamada bendita de Deus. Pois ele, o Deus santo e poderoso, me fez grandes coisas. A sua misericórdia estende-se para sempre a todos os que o temem. Como é poderoso o seu forte braço! Como faz fugir os orgulhosos e os arrogantes! Arrancou os príncipes dos seus tronos e exaltou os humildes. Fartou os famintos com coisas boas e mandou embora os ricos de mãos vazias. Socorreu o povo de Israel, que o serve! Não esqueceu a sua promessa de se mostrar compassivo. Porque prometeu aos nossos pais, Abraão e seus filhos,ser misericordioso com eles para sempre.

segunda-feira, novembro 06, 2006

"ADRIANA LECOUVREUR" opera de F. Cilea na Galeria Olido




Neste concerto serão apresentados os principais trechos dessa linda e a mais famosa ópera do compositor italiano
Francesco Cilea.