Que horas são em São Paulo, Brasil ?
quinta-feira, junho 14, 2007
Coro dos Peregrinos
Sala Olido, dia 12 de Junho de 2007
Maestro Zaccaro
"Aspra Crudel" Il Guarany
Aniversário do Coral Lírico Municipal
Concerto - Sala Olido - Dia 12 de Junho
quarta-feira, junho 13, 2007
Anos 50/60/70 ... éramos felizes e... sabíamos !





ALIMENTOS
001. Chupava Gotas de Pinho Alabarda? E drops Dulcora? Chucola?
002. Comia Dadinhos da Diziolli?
003. E Pingo de Leite?
004. Comia machadinha na porta da escola?
005. Você lembra que o mascotinho do Toddy era um índio?
006. Você colecionava os bonequinhos que vinham dentro do vidro de toddy?
007. O leite que sua mãe comprava vinha em garrafa de vidro com tampinha de alumínio?
008. Você comia Amendocrem?
009. E geléia de mocotó Colombo?
010. Você tomou Kresto?
011. Sua primeira bebida alcoólica foi Cuba Libre?
012. Sua cuba libre era feita com Ron Merino?
013. Você tomava Caracu com ovo?
014. Você tomou sorvete Ki-Show?
015. E Eskibon?
016. E que tal Chicabon?
017. Você tomava Cerejinha? Gingerale?
018. Grapette?
019. Guaraná caçulinha?
020. Tubaína? (ou Itubaína?)
021. E refrigerante tamanho família?
022. De quem era o slogan: "Tem gosto de festa"?
023. E o que queremos na "hora do lanche, que hora tão feliz"?
024. Você tomou Groselha Vitaminada Milani? (Iahoo!)
025. Você comeu chocolates Sönksen?
026. Comia gelatina arco-irís? (aquela que tem quadradinhos de todas as cores?)
027. Comeu muito espetinho de salsicha, picles e queijo espetado no melão nas festas?
028. Comeu bolo Marta Rocha? Faz idéia quem foi ela?
029. Comprou "bengala" na padaria?
030. Lembra das bolachas Aimoré? E da Piraquê?
031. Sabe o que é uma "televisão de cachorro"?
032. Comprava frango (vivo) na granja?
033. Tomava café feito em coador de pano? A "medida de Leite em Pó Ninho era de metal...
REMÉDIOS E PERFUMARIA
034. Você já tomou Cibalena?
035. Tomou Emulsão de Scott ou Biotônico Fontoura quando criança?
036. Você cuidou de suas espinhas adolescentes com pomada Minâncora?
037. Sua mãe usava violeta genciana para cuidar de seus machucados? Ou Mercurocromo?
Mertiolate vermelho? Iodo?
038. Lembra do slogan do Gumex?
039. Sua mãe passou Nenê-Dent em você?
040. Você usou fralda de pano e calça plástica?
041. Seu pai usava aparelho de Gilette com lâminas substituíveis? E emplasto Sabiá??
042. Você sabe o que é Rhum Creosotado? E Pronto Alívio Radway?
043. Você conheceu o Óleo Glostora?
044. Sua mãe usava Creme Rugol?
045. Sua mãe usava Creme de Alface Brilhante?
046. Você sabe o que é Regulador Xavier? E a Saúde da Mulher?
047. Você usou sabonete Eucalol?
048. Ou você preferia o Lifebuoy (aquele que tirava o CC)?
049. Você usou papel higiênico Tico-Tico?
050. Você usou Gumex?
051. Você usou Brylcrem?
052. Sua mãe tinha secador de cabelos com touca?
053. Você sabe o que era Diptidu?
054. Gomalina te diz alguma coisa?
055. Te besuntaram de Caladril depois de muito sol na praia?
JOGOS E BRINCADEIRAS
056. Você jogava bilboquê?
057. E bolinha de gude?
058. Rodava pião? E ioiô?
059. Roubava borrifador de limpador de pára-brisa de Fusca prá fazer anel brucutu?
060. E chumbinho da roda de carro? (pra fazer o que, hem?)
061. Usava tampinha de guaraná para fazer distintivo de polícia?
062. Soltava bombinha de quinhentos em época de festa junina? E iriba?
063. Teve um MUG?
064. Andou de carrinho de rolemã?
065. Consertava o pneu da sua bicicleta com michelin? Caloi Dobramatic?
066. Brincou de pula-sela? (ou era uma-na-mula?)
067. E de queimada?
068. Bate-bate? (primo mais novo do bilboquê)
069. E, o mais importante, bambolê?
070. Brincou com saquinhos de arroz?
071. Teve uma boneca Susy? E uma beijoca?
072. Teve avião de isopor e pára-quedas com soldadinho de plástico para empinar na praia?
073. Pulou "amarelinha" na rua?
TELEVISÃO, CINEMA, MÚSICA E REVISTAS
074. Lembra quando o Ronnie Von jogava a franja de lado cantando "Meu Bem"?
075. Lembra quem cantava "Pare de tomar a pílula"? E quem pedia ao "Senhor Juiz: Pare agora!"?
076. Assistia "Perdidos no Espaço" aos domingos? "Túnel do Tempo"? "Terra de Gigantes"?
077. Sabia de cor a música de Bat Masterson?
078. Se divertia com os SOC, POW, CRASH do Batman e Robin?
079. Sabe quem foi Phantomas?
080. Sabe quem foi Teddy Boy Marino?
081. É fã do Jô Soares desde a Família Trapo?
082. Assistiu Direito de Nascer na TV Tupi? E na rádio Tupi?
083. Assistiu qualquer programa da TV Tupi?
084. E da TV Excelsior?
085. Assistia Repórter Esso?
086. Assistiu à Copa do Mundo de 1970 em preto e branco ou colorido?
087. Lembra da escalação da seleção?
088. Assistia Toppo Giggio?
089. Lembra do anúncio das Casas Pernambucanas?
090. Lembra da Dorinha Duval no Sítio do Pica-pau Amarelo?
091. Assistia Vila Sésamo?
092. Assistia Almoço com as Estrelas do Aírton e Lolita Rodrigues?
093. Sabe quem foi Corey Baker?
094. Sabe quem foi Jonhnny Weismuller?
095. Lembra o nome da moça que saía de dentro de uma banana no Planeta dos Homens?
(E o programa Time Square, assistiu?
096. Assistiu Balança mas não cai?)
097. Assistiu Vigilante Rodoviário?
098. Sabe quem foi Dr. Bellows? e o Mr. Ed?
099. Assistiu filmes do Mazzaroppi nas matinês de sábado?
100. Ouvia Rita Pavone?
101. Assistiu Independência ou Morte no cinema? então Horizonte Perdido?
102. Cantava "eu era nenê, não tinha talco, mamãe passou açúcar em mim", do Wilson Simonal?
103. Dançou If, do Bread, colado?
104. Lembra do Amigo da Onça, na revista Cruzeiro?
105. Lia Diversões Escolares?
106. Lembra do quadrinho " Um Saturnino descobre a Terra"?
107. Lembra o que o Saturnino adorava beber?
108. Lembra do cumprimento entre o Arrelia e o Pimentinha?
109. Lembra quando o Michael Jackson era apenas o caçula dos "Jackson Five"?
110. Assistiu o desenho dos "Jackson Five"?
111. No programa dos "Banana Split"?
112. Assistia Pullman Júnior?
113. Assistia Sessão Zig-Zag?
114. Lembra o que era um compacto simples e um compacto duplo?
115. Leu a revista Realidade?
116. Lembra da sessão zaz-traz?Pim, pam, pum, Estrela
117. Revista Recreio
118. Tela colorida cobrindo a tela da tv?
(ficava tudo de uma só cor ou com 3 lindíssimas" listras: "maravilha", verde, amarelo...ou azul...)
119. Lembra quem "era Flamengo e tinha uma nega chamada Tereza"? De onde vem "Patropi"?
120. E do Nacional Kid? e dos Ultra-seven, ultra-man e cia bela?
121. Lembra de Don e Ravel?
122. Sua avó assistia o Chacrinha? Claro que voce não assistia!
(A "Buzina do Chacrinha" ou a "Discoteca"?)
123. Assistiu alguma luta do Eder Jofre?
124. Sabe quem era Ternurinha? E Tremendão?
125. Assistiu "Boa noite, Cinderela"?
VESTUÁRIO E ACESSÓRIOS
126. Você tinha um Ked's?
127. Usou calça boca de sino? e mini blusa?
128. Cortava calça jeans para fazer bermuda com barra desfiada?
129. Usou calça cocota? (ou era Saint-Tropes?)e Camisa ana ruga?
130. Sua mãe usava peruca?
131. Ia para a escola de Vulcabrás 752 (se você é homem) ou de sapato boneca (se você é mulher)?
132. Usava bolsa feita de calça jeans?
133. Usava capanga? Cacharrel??
134. Seu pai usava camisas Volta ao Mundo?
135. Lembra do anúncio do Tergal?
136. Usou poncho de lã (feito de cobertor)?
137. Usava camisa com distintivo da sua escola no bolso?
138. Sua mãe usava bobbies?
139. Usava japona?
140. E galocha?
141. Tinha boné com cobertura de orelha?
142. Lembra do ki-chute?
143. Pode entrar de tênis (branco ou preto!) na escola?
144. Colocou esparadrapo nas listas coloridas do tenis branco para poder entrar?
145. Alguém falou em Conga?
146. E camiseta Hang-Ten?
147. Tinha vestido, colete, bolsa, touca ou tanga de crochê? e gravata?
148. Usou meia 3/4 e mini-saia dois dedos acima do joelho?
149. Enrolou a mini-saia para "dois palmos acima do joelho" depois de passar pela "tia"?
(inspetora de alunos)?
USOS E COSTUMES
150. As festas na sua época chamavam-se Brincadeira Dançante?e tinham luz stroboscopicas??
151. Você usava gasolina azul no seu carro? E saia por ai na maior "vula"?
152. Quando você estudava os graus eram: primário, admissão, ginásio e científico (ou clássico?)?
153. Você chamava anúncio de reclame?
154. Sua mãe fazia touca no cabelo?
155. Você chama revista em quadrinhos de gibi?
156. Você foi alfabetizado com a cartilha Caminho Suave?
157. Estudou Matemática Moderna?
158. Sua mãe usava coque no cabelo?
159. Sabe o que é boco-moco?
160. E um tele-vizinho?
161. Sabe o que é prafrentex?
162. Seus amigos eram "Uma braza, mora"? Eram "papo firme"?"Barra Limpa"?
163. Já comeu uma coisa "daqui ó"? E o que você pegava quando falava isso?
164. Sua mãe tinha caderneta no armazém?
165. Você usou bomba de Flit?
166. Sua mãe usava anil (Colman) na lavagem das roupas?
167. Fazia fila na porta do supermercado e qdo a porta abria entrava no estouro da boiada prá comprar leite?
168. Teve cortina ou sacola feita de tiras de saco de leite?
169. Queimava cobrinhas prá espantar mosquito?
170. Ia na Expo-Ex? e no Salão da Criança?
171. Visitou a Kibon pela escola? E a coca-cola?
172. Tinha mesa de fórmica e cadeira forrada de plástico na cozinha?
173. Tinha uma dorminhoca na sua cama prá guardar a camisola?
174. Teve discos coloridos, tipo rosa choque?
175. Pros homens: brigou com os pais prá usar cabelo comprido?
176. Sua mãe tinha uma penteadeira no quarto dela?
TRANSPORTE
177. Você sabe o que era bonde camarão?
178. Você andou de Simca Chambord?
179. Você andou de Vemaguete?
180. Já viu uma Romi-iseta? E um Gordini? Um Dalphini, talvez?
181. Sonhou em ter um Maverick? E um kharman-guia?
182. Quem sabe um confortável Aero Willis? E, claro, uma Rural!
183. Teve um toca-fitas TKR cara preta no seu carro?
184. Se lembra do taxímetro Capelinha?
185. Teve um carro com tala-larga e rodas de magnésio?Vidro Bolha??
186. O câmbio do carro tinha bolinha de plástico com siri dentro?
187. E caveirinha pendurada no espelho retrovisor?
188. Lembra da inauguração do metrô?
189. Pegava ônibus na estação da Luz prá viajar?
190. Lembra qdo a Praia Grande era o máximo da sofisticação?
DIVERSOS
191. Sua mãe usava Cera Parquetina?
192. E Cera Colmeína?
193. Você lembra do sabão em pó Rinso?
194. E do Viva?
195. Sua mãe coarava roupa no quintal?
196. Você engraxava sapato com graxa Nugett ou Odd? Latinha com borboleta para abrir?
(E punha a lata no fogo para derreter a graxa quando ela ficava quebradica?)
197. Lembra da TV com seletor de canais?e transformador??
198. Sabe o que é um rádio capelinha?
199. Lembra do Jeca-Tatu?
200. Sabe o que é um rádio de galena?
201. Lembra do Theobaldo?
202. Fez curso de datilografia?
203. Usava Desenhocop na escola?Regua geometrica??
204. De quem é o slogan: "A turma lá de casa é do
manda brasa"?
205. Você tinha um broche em forma de vassourinha da campanha presidencial do Jânio Quadros?
(Ou de espada do Marechal Lott?)
206. Teve uma vitrola?ou uma radio-vitrola??
207. Esperou uma hora (ou mais) para "completarem" a ligação interurbana?
208. O que acontecia quando "Seu Cabral ia navegando"?
209. E o que a gente fazia "Depois de um sonho bom"?
210. O que voce não devia esperar quando "Já é hora de dormir"?
211. Usou no seu carro um adesivo "Brasil: ame-o ou deixe-o"?
sábado, junho 09, 2007
domingo, junho 03, 2007
Francisco de GOYA Y LUCIENTES
1788-89
Oil on canvas, 269 x 350 cm
Museo del Prado, Madrid
Francisco de Goya, meu pintor preferido há muitos anos.
Realmente fiquei sua fã depois de ter tido o privilégio de visitar o Museo Del Prado, em Madrid e ver lá toda a sua maravilhosa e mutante obra; mutante porque ele sofreu vearias influências durante a sua vida, e passou por muitas e miutas mudanças de governo, guerras e toda essa vivência ia sendo colocada em sua obra e assim transformando suas tecnicas e a sua maneira de ver a vida, até chegar na fase negra , que chega a nos amedontrar ....
Enfim, ele sozinho e uma enciclopédia da arte e soube mostrar em seus quadros e gravuras a Espanha de sua época, como poucos pintores puderam ou conseguiram fazer.

1820-21
Oil on plaster mounted on canvas, 125 x 66 cm
Museo del Prado, Madrid

c. 1810
Oil on canvas, 112 x 78 cm
Metropolitan Museum of Art, New York
Jean Sibelius (1865-1957)
![]() | |
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Jean Sibelius (1865-1957) ou l'Art du paradoxe | |
| par Pierre-Yves Lascar | |
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![]() L’oeuvre de Jean Sibelius, compositeur Finlandais qui par la force de son génie est devenu universel, est aujourd’hui considérée comme essentielle à la compréhension de la vie créatrice du début du XX ème siècle. Profondément marqué par les grands compositeurs de l'âge classique, comme peut-être aucun autre à son époque, Jean Sibelius a pourtant immédiatement affirmé sa profonde modernité dans l'agencement structurel et sa conception de l'orchestration. Rigoureuse et austère, la musique de Sibelius ? Elle ne cesse pourtant d’être la vie et l’émotion pures. Les sons de la nature L’une des grandes forces de la musique de Sibelius est son aptitude à déconstruire nos habitudes d’écoute traditionnelles. Comme le remarque Pascal Dusapin dans sa préface au Jean Sibelius de Marc Vignal (Fayard), « écouter Sibelius relève d’une expérience où il convient en tout premier lieu de désécrire le fil de son propre apprentissage ». En cela, Sibelius appartient tout à fait à une génération de musiciens qui, avec ses contemporains Claude Debussy et Gustav Mahler, ont à cœur de renouveler le discours musical, chacun à leur manière. Le style orchestral du Finlandais, lui, se caractérise notamment par de brefs motifs incisifs, des pédales longuement tenues, des ostinato qui font lentement monter la tension, et souvent des superpositions de couches rythmiques « étrangères » l’une de l’autre, sans compter l’orchestration souvent très originale par strates. Tout ceci naît très rapidement chez Sibelius, puisque Lemminkaïnen à Tuonela (Légendes op. 22, n° 3, 1895), en demeure l’un des plus merveilleux exemples. Ainsi les grandes créations de Sibelius nécessitent-elles à la première écoute une grande concentration, peut-être davantage que d’autres œuvres de la même époque. L’auditeur recherche en effet tout autant une adéquation avec les éléments moteurs du flux musical qu’un nouvel équilibre intérieur. Si la musique de Jean Sibelius est sans aucun doute d’une construction rigoureuse et austère, elle bannit cependant toute idée de robustesse, de stérilité. Durant toute sa vie, Sibelius n’a visé en réalité que l’approfondissement des moyens d’expression. Jamais il ne fut animé d’idées ou de projets didactiques. La Quatrième Symphonie (1911) en est un des plus beaux exemples. D’une complexité structurelle redoutable, entièrement fondée sur un seul intervalle, à savoir la quarte augmentée (ou triton), et abordant en bien des pages la bitonalité, cette œuvre parmi les plus radicales du début du XX ème siècle, avec Pierrot Lunaire de Schoenberg, Le Sacre du Printemps de Stravinsky ou Jeux de Debussy, étonne toujours par sa nudité, son dépouillement, voire son aridité désertique, et demeure pourtant poignante par son lyrisme mélancolique, son désespoir tragique. Comme avec Debussy, ou bien avant, avec Bach ou Beethoven, ce souci extrême de la perfection formelle ouvre d’infinis espaces de liberté poétique. La musique de Sibelius reproduit les sons de la vie, ou peut-être plutôt ceux de la nature. La nature dans toute sa générosité, dans toute sa violence intrinsèque, sa force et sa puissance organiques, sa capacité à se désintégrer puis à renaître. Une œuvre comme Tapiola (1924), par exemple, impressionne aussi par la « plasticité » de son matériau musical : dans cette évocation de la demeure de Tapio, le dieu de la Forêt dans la mythologie finlandaise, ce sont moins en définitive les feuilles qui bruissent, le vent qui murmure ou qui se meut tel une bourrasque que les notes qui ondulent, le matériau plastique qui se distord, qui s’aplanit, etc…S’opère en réalité ici, une véritable assimilation des « phénomènes » naturels par la matière sonore ou musicale. Comme les temples antiques On ne peut nier que la nature influence Sibelius. L’homme n’est cependant pas absent bien qu’il soit souvent mis de côté, et cette ambivalence explique peut-être que de nombreux thèmes sibéliens gardent un caractère profondément mélancolique, étrange et secret. Le « thème » des cordes qui ouvre la Sixième Symphonie (1924) en est un magnifique exemple, et les dernières mesures – plus extraordinaires encore - figurent comme une porte ouverte sur le paradis ; le silence - l’éternité ? - devient alors plus musical que la musique. L’homme se trouve dans un état d’émerveillement : plus rien ne viendra le troubler.Par cette impression de plénitude absolue, cette sensation de suprême équilibre, et par leur perpétuelle poésie, les œuvres majeures de Sibelius sont dans une certaine mesure semblables aux temples grecs ou romains, où aucun élément ne semble agir véritablement, visiblement et de façon décisive sur le Tout ; pourtant nos yeux, nos oreilles nous affirment en permanence le contraire. Tout comme les temples antiques forcent indéniablement notre admiration, l’oeuvre de Sibelius fascine par son pouvoir littéralement enivrant. Voici une œuvre, qui n’affirme jamais sa modernité avec fracas, car son auteur concevait avant tout la modernité comme la possibilité d’un renouvellement des formes classiques et non comme leur destruction irréfragable. Voici une œuvre absolument unique par son identité et ses paysages sonores. Une œuvre poignante, bouleversante, sublime, qui atteint au plus profond de l’âme et de l’émotion humaines. « Il n’y a rien à prendre chez Sibelius, car il donne Tout », écrit Pascal Dusapin. Flodin, dans une partie de son compte-rendu publié dans Nya Pressen après la première exécution des Légendes du Kalevala opus 22 (1896), dit encore : il y a ici « un manque de compassion envers des auditeurs laissés dans l’ignorance du fait que pour parvenir à l’extase, il devront s’exposer à de fortes tensions nerveuses ! ». En réalité, notre compositeur Finlandais entretient avec génie le mystère de la création artistique. Illustrations Portrait de Jean Sibelius (DR) Aksel Gallen-Kallela, le lac Keilele, 1905 (Londres, National Gallery) | |
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Maurice Ravel (1875-1937)
Maurice Ravel (1875-1937) 1937-2007 : 70 ans de la mort | |
| par Adrien De Vries | vendredi 29 décembre 2006 |
![]() 2007 marque le 70 ème anniversaire de la mort de Maurice Ravel. Classiquenews.com souhaite marquer l'événement. Tout au long de l'année 2007, nous vous invitons à consulter régulièrement ce sommaire pour y découvrir les concerts et programmes télé ou radio en liaison avec le compositeur, mais aussi les chapitres de notre dossier Maurice Ravel qui s'étoffera jusqu'au 28 décembre 2007, date anniversaire des 70 ans de sa disparition. Dossier 1. Biographie de Maurice Ravel. Par Guillaume-Hugues Fernay 2. L'Enfant et les sortilèges, 1925. Par Guillaume-Hugues Fernay 3. Maurice Ravel et l'écriture lyrique. Par Carter Chris Humphrey Agenda 2007 1. Shéhérazade, 1904. France musique les 7 et 12 janvier 2007. Par Jérôme Prang-Bator | |
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A Bela Adormecida - Tchaikovsky - no MET

The Sleeping Beauty–American Ballet Theatre
American Ballet Theatre–The timeless fairy tale of the beautiful Princess Aurora, the evil sorceress Carabosse, a century of sleep and the awakening kiss of a handsome prince comes to life in a New Production. This perennial favorite, with choreography after Marius Petipa, will be staged by Kevin McKenzie and Gelsey Kirkland, with assistance by Michael Chernov. Set to Tchaikovsky’s ravishing score with a wealth of dazzling dance, The Sleeping Beauty promises to be a delight for all to enjoy.
sábado, junho 02, 2007
Ommagio a Lucchino Visconti - Teatro Alla Scala


Caro Visconti
Domenica 3 giugno, ore 17 e ore 20.30
[...segue] Patrocinato dal Ministero per i Beni e le Attività Culturali e prodotto in collaborazione con la Fondazione Piero Portaluppi , Classica e la Enormous Films , Caro Luchino è un tributo a uno dei più grandi maestri del cinema italiano. La voce narrante di Giancarlo Dettori accompagna lo spettatore in un viaggio fatto di ricordi, interviste, lettere, alla scoperta del mondo perduto di Visconti, illustrato dalle immagini dei suoi film, delle prove con gli attori, del lavoro sul palcoscenico, e dalla testimonianza degli amici e artisti che hanno avuto la fortuna di conoscerlo e lavorare con lui: Silvana Mangano, Anna Magnani , Jean Marais, Alain Delon, Marcello Mastroianni, Adriana Asti, Vittorio Gassman, Maria Callas, Claudia Cardinale.
Note biografiche
Giancarlo Dettori, recentemente definito dalla stampa un gigante del teatro italiano, si è diplomato all'Accademia Nazionale d'Arte Drammatica "Silvio D'Amico". E' entrato al Piccolo Teatro di Milano nel 1957 e vi è rimasto fino alla morte di Giorgio Strehler nel 1997 con partecipazioni straordinarie al Teatro Stabile di Genova e di Trieste. Tra le sue innumerevoli interpretazioni dirette da Strehler La Grande Magia di De Filippo, Il Campiello di Goldoni, Nel fondo di Gorki. Dopo la morte del maestro inizia a recitare con la moglie Franca Nuti , straordinaria interprete teatrale. Grandi sono i successi con La brocca rotta di Kleist e Spettri di Ibsen. Infaticabile, continua a lavorare, legato da grande affetto, al Piccolo Teatro, con Gli ultimi 3 giorni di Fernando Pessoa di cui è anche regista. Partecipa a romanzi sceneggiati e ai primi serial televisivi. Giancarlo Dettori ha appena terminato, con gran plauso della critica nazionale, La Sonata a Kreutzer di Tolstoj con la musica di Beethoven, ai Filodrammatici di Milano.
Guido Torlonia inizia la sua esperienza professionale in teatro nei primi anni novanta come assistente alla regia di Giorgio Strehler al Piccolo Teatro di Milano. Nel 1995 realizza 2 cortometraggi per la New York Film Academy. Dal 1998 al 2002 oltre ad occuparsi di cinema e teatro (dirige D.V. La Divina al Teatro Goldoni di Firenze, Malemamme al San Babila di Milano e al Teatro Parioli di Roma), lavora assiduamente nel campo della moda come responsabile degli eventi per la Biennale di Firenze e Prada. Nel 2003 collabora con Maurizio Scaparro all'organizzazione del Festival des italiens a Parigi e fino allo scorso inverno ha ricoperto il ruolo di assistente alla direzione artistica e regista presso l' Istituto Italiano di Cultura di Parigi (sue le regie di Pasolini-Callas: Une intime absence e Les Quatre Saisons ). Dal 2003 e' consulente della Biennale di Venezia come responsabile del Cerimoniale Talents per la Mostra Internazionale d'Arte Cinematografica . Nel Gennaio del 2006 ha diretto la sua prima opera lirica: Lucia di Lammermoor al Wichita Grandopera Theater di Wichita, Kansas, Stati Uniti.
quinta-feira, maio 31, 2007
FEDORA NO OLIDO


Foi um grande prazer interpetar essa ópera maravilhosa e quase esquecida do repertório operistico de nossa cidade.
Uma das grandes satisfações desse dia foi poder cantar novamente com o tenor Joaquim Rollemberg depois de... digamos ... alguns anos.
Como Des Sirieux, Márcio Marangon, como sempre, esteve ótimo, apesar de estar reclamando que não estava bem !!! Imagine só se não estivesse ! Por favor Márcio !
Vânia Pajares ao piano é sempre uma orquestra ! Sem palavras.
Depois da cirurgia no nariz ( não foi plástica não, foi desvio de septo mesmo) a que fui submetida ano passado e de um ano particularmente difícil, de ajustes e adaptações com novos espaços internos e etc... foi uma satisfação poder cantar uma ópera que me caiu como uma luva e me sentir muito bem cantando... o que não acontecia a muito tempo !
Ah ! Detalhe - como sempre tive uma voz bem intermediária, agora , depois de ouvir sábios conselhos e de parar de relutar, voltei ao meu repertório de mezzo soprano e cantei Fedora em sua versão ( que é do próprio Giordano , antes que alguém venha a dizer outra coisa ) para mezzo.
E , como diz o ditado - quem canta seus males espanta - principalmente se canta do jeito e repertório certo ! Aleluia !
quarta-feira, maio 30, 2007
OPERA DE PARIS - JUNHO


Salvatore Sciarrino (NÉ EN 1947)
DA GELO A GELO
Cent scènes et soixante-cinq poèmes
d’après le journal d’Izumi Shikibu (Japon, XIe siècle)
En langue italienne
Création - Co-Commande du Festival de Schwetzingen et de l'Opéra national de Paris
Direction musicale Tito Ceccherini
Mise en scène Trisha Brown
Décors Daniel Jeanneteau
Costumes Elizabeth Cannon
Lumières Jennifer Tipton
Izumi, cortigiana Anna Radziejewska
La nutrice del principe, la cameriera di Izumi Cornelia Oncioiu
Il paggio di Izumi Felix Uehlein
Il paggio del principe Michael Hofmeister
Il principe Otto Katzameier
Klangforum Wien
COPRODUCTION OPERA NATIONAL DE PARIS,
FESTIVAL DE SCHWETZINGEN ET GRAND THEATRE DE GENEVE
Autour de l’an 1000, au Japon, le plus grand poète de son temps, Izumi-shikibu, dame d’honneur de la cour et, depuis lors, modèle de femme émancipée avant la lettre, rédige sous forme de «journal intime», le roman de ses amours tumultueuses avec le prince Atsumichi. De cette oeuvre magistrale le compositeur Salvatore Sciarrino s’est inspiré pour cette commande de l’Opéra de Paris. Et d’un poète dont l’empereur Juntoku décrétait qu’elle ne pouvait être «une femme ordinaire», il emprunte le thème de Da gelo a gelo («D’un hiver l’autre»). Trisha Brown en assure la mise en scène «en suspens dans la brume poétique de la cour de Heian.»
AVEC LE SOUTIEN DE THE AMERICAN FRIENDS OF THE OPERA & BALLET
CONVITE - Novo livro de Lauro Machado Coelho
a Algol Editora fará,
no próximo dia 1º de junho, a partir das 18:30 hs.
na Livraria Cultura,
na avenida Paulista, em São Paulo,
o lançamento de meu novo livro,
POESIA SOVIÉTICA,
uma antologia com traduções de textos de 24 poetas russos
do período que vai da Revolução às vésperas da pierestróika.
A presença de vocês me daria muito prazer.
Um grande abraço a todos do
Lauro.
terça-feira, maio 29, 2007
Elena Obrastzova no São Pedro
Foi uma linda noite e um lindo recital com que fomos presenteados na noite do dia 22 de Maio no Teatro São Pedro.
Há divergências quanto à sua idade, uns dizem 68, outros 69 e outros ainda 78 ... enfim, de qualquer maneira, ela já está com uma certa idade, mas isso não veio e não vem ao caso, porque quem esteve lá naquela noite foi soberbamente gratificado.
Ela estava visivelmente resfriada e a voz chegou a falhar algumas vezes, mas isso não a impediu de seguir exatamente o que havia ensaiado, usando e abusando de pianíssimos e nos brindando com algumas interpretações "a penello".
Ma primeira parte cantou cancões de Hahn, Eric Satie e Tosti - embora seja um repertório que requer filigranas de interpretação e vocais, ela assim mesmo conseguiu, em grande parte, nos levar à atmosfera que as canções exigiam.
Na segunda parte nos brindou com árias de ópera, com Dalila, Carmen, mas o que mais levantou o grande público presente foram as suas interpretações da Condessa da " Dama de Espadas" de Tchaikovsky, simplesmente fantástica !
Ainda, depois de todo o recital, deu de bis mais três árias e dentre elas a lindamente interpretada " Ária das Lágrimas - Va! laisse couler mes larmes.
Foi uma noite e tanto !
Bravissima Elena !
- é uma pena que grandes cantores, como ela, deixem sempre para vir ao Brasil quando estão no final de suas carreiras ou , como foi o caso de Juan Diego Flores, venham quando estão bem no começo e ainda não são tão requisitados ..... mas é melhor do que nada !
terça-feira, maio 22, 2007
CORAL IBPP
sexta-feira, maio 18, 2007
FEDORA de U. Giordano

Um convite para voce e sua familia,Dia 22 de Maio na Sala Olido as 18h00
Serie Vespearis Liricas
Apresentaremos os principais trechos da opera Fedora de U. Giordano
Eloisa Baldin, Joaquim Rollemberg e Marcio Marangon
ao piano Vania Pajares
Gostaria de ve-los la :)
SALA OLIDO
Av. São João, 473
Informações: 3223-3-22, ramal 218
segunda-feira, maio 14, 2007

Leoš Janácek (1854-1928)
L'Affaire Makropoulos
Opéra en trois actes (1926)
Livret du compositeur d’après la comédie homonyme de Karel Capek
En langue tchèque
NOUVELLE PRODUCTION
_____________________________________________________________________LE PRODUCTION
Direction musicale Tomas Hanus
Mise en scène Krzysztof Warlikowski
Dramaturge Miron Hakenbeck
Décors et costumes Malgorzata Szczesniak
Lumières Felice Ross
Chef des Choeurs Peter Burian
Emilia Marty Angela Denoke
Albert Gregor Charles Workman
Jaroslav Prus Vincent Le Texier
Vítek David Kuebler
Krista Karine Deshayes
Janek Ales Briscein
Maître Koleanaty Paul Gay
Hauk-Sendorf Ryland Davies
Coproduction avec le Teatro Real, Madrid
Première 27 avril 2007 20h
Représentations 30 avril, 4, 8, 11, 14, 16, 18 mai 2007 20h
Durée du spectacle 1h35 sans entracte
Prix des places 130€, 110€, 85€, 70€, 50€, 35€, 20€, 9€, 5€
Ouverture des réservations individuelles
Internet 4 janv. 2007, Correspondance 4 janv. 2007, Téléphone 4 janv. 2007, Guichets 4 janv. 2007
quinta-feira, maio 10, 2007

We are pleased to announce that the Met's beloved Franco Zeffirelli production of Bizet’s Carmen will replace the previously scheduled production of Offenbach’s Les Contes d'Hoffmann in the 2007-08 season. The change in repertory is due to the decision of Argentine tenor Marcelo Álvarez to retire the role of Hoffmann from his repertory. Instead, he will make his Met role debut as Don José opposite the acclaimed Carmen of mezzo-soprano Olga Borodina (pictured above). Carmen also stars Krassimira Stoyanova as Micaëla and will be conducted by Emmanuel Villaume.
If you have questions or would like more information, please contact Met Ticket Service at 212-362-6000. We will be happy to accommodate you.
Sincerely,
Susan Hayes
Director, Customer Care and Customer Systems Support
quarta-feira, maio 09, 2007
Notícias


Tenor brasileiro Fernando Portari canta na Berlin Staatsoper Unter den Linden
Cantor carioca Fernando Portari substitui Villazón em récita de "Manon" na Alemanha e contracena com Anna Netrebko
O tenor Fernando Portari substitui seu colega mexicano Rolando Villazón em récita da ópera “Manon” amanhã, 9 de maio, na Berlin Staatsoper Unter den Linden - um dos mais importantes palcos da ópera mundial. Ao lado de Portari, estará ninguém mais, ninguém menos do que o soprano russo Anna Netrebko, a mais requisitada cantora lírica da atualidade.
Problemas de saúde afastaram Rollando Villazón – tenor do momento e mais freqüente parceiro de cena de La Netrebko – da récita desta quarta. Fernando Portari o substitui no principal papel masculino da ópera de Massenet, o do Chevalier Des Grieux. Até o momento, a substituição de Villazón por Fernando Portari foi anunciada para apenas uma récita.
A montagem de “Manon” que está em cartaz na Berlin Staatsoper Unter den Linden entre 29 de abril e 19 de maio é uma co-produção com a Ópera de Los Angeles. A direção cênica está a cargo do americano Vincent Paterson que já trabalhou com Madonna e Michael Jackson.
Na récita em que Portari cantará, a Staatskapelle Berlin será regida por Patrick Fournillier, mas três maestros se revezam durante a temporada de “Manon”: além de Fournillier, Julien Salemkour e Daniel Barenboim, o último também diretor artístico da Berlin Staatsoper Unter den Linden.
Fernando Portari tem sólida carreira na ópera brasileira. Em 2006 fez duas estréias mundiais de óperas de compositores nacionais: foi Luís Carlos Prestes em "Olga", de Jorge Antunes; e Ferdinando, de "A Tempestade" de Ronaldo Miranda - ambas em São Paulo. No mesmo ano foi Tamino em "A Flauta Mágica", de Mozart, no Theatro Municipal de São Paulo e viveu o papel título na estréia brasileira de "Idomeneo", também de Mozart, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro.
Foi ainda professor na 36a edição do Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão onde cantou "Mozart e Salieri" de Rimsky-Korsakov.
segunda-feira, maio 07, 2007
NOVO BLOG - A ERA DO RÁDIO
http://aeradoradio.blogspot.com/
No Blog você vai poder conhecer melhor nosso espetáculo , os artistas, nossos programas e quem sabe assim nos levar para a sua cidade !
quinta-feira, maio 03, 2007
VIRADA CULTURAL 2007 - "A ERA DO RADIO"
Como imaginar um mundo sem imagens?Como deixar nossa imaginação criar um personagem?
Como educar nossos sentidos para apenas e tão somente ouvir?
Estamos falando de uma prática tão antiga. Bem... não tão antiga: só temos de voltar apenas uns 50 ou 60 anos.
Pois é... Era o que nossos avós e bisavós faziam tendo ao lado um aparelho que nem todos podiam ter o luxo de possuir, principalmente nos primeiros anos a partir da segunda década do século passado, quando foi concebido: o RÁDIO.
Enquanto os mais pobres possuíam um pequenino, às vezes de baquelite (o plástico da época) ou então de madeira, os ricos tinham aqueles mais suntuosos, em seus móveis em madeira de lei e com alto-falantes maiores e mais potentes.
Tudo passava pelo rádio: era o meio de comunicação popular. Não só as notícias mais recentes eram veiculadas pelo rádio, como também fatos já vividos, tudo... O rádio possibilitava uma viagem imaginativa a lugares que em que muitos jamais poderiam estar. Por exemplo, num programa que se chamava Teatro de Aventuras, cada final de semana era levada uma obra prima da literatura: Os Três Mosqueteiros e Cirano de Bérgerac, apenas para citar alguns nomes. E a dramaturgia nacional e estrangeira também estava presente.
Havia programas humorísticos de alta qualidade, e também as novelas, que eram acompanhadas com a mesma ritualidade como se faz com as novelas de hoje, criando modismos na fala e emocionando o país inteiro, como foi o caso da célebre O Direito de Nascer, fazendo com que a maioria das crianças nascidas na época levassem o nome do personagem principal, Albertinho Limonta.
Ah, sim... E ao lado de tudo isso, o nosso tema de hoje: as CANÇÕES.
Cantores e cantoras de vozes privilegiadas, com personalidades e formas de cantar bastante características, que sabiam transmitir cada poema, cada palavra, cada sentimento com incrível singularidade e fizeram parte da vida de tanta gente, de todas as idades e de todos os níveis sociais.
Propomos uma viagem...Embarque conosco!
Não importa se você tem menos de quarenta... Deixe-se levar pela harmonia, pela beleza, pela criatividade, pelos poemas e acima de tudo, pelas belíssimas melodias criadas num tempo em que as pessoas paravam para, simplesmente, OUVIR.
Marco Antonio Bernardo
Sílvia Tessuto
ARTISTAS:
ELOISA BALDIN – soprano
REGINA ELENA MESQUITA– mezzo-soprano
SILVIA TESSUTO – mezzo-soprano
ROBERTO CASEMIRO – baixo
IVAN DECLOEDT – contrabaixo
NESTOR GOMES – bateria
LUCAS BALDIN – violão
MARCOS ARAGONI - piano
MARCO ANTONIO BERNARDO – arranjos e direção musical
JOSÉ MARSON, apresentador
terça-feira, maio 01, 2007
Olivia - linda gatinha da Rosana
Wagner - Filme com Richard Burton


Achei e comprei uma raridade , pelo menos aqui no Brasil.
Este filme, na verdade são quatro DVDs, conta a vida de Richard Wagner de uma maneira diferente e bem a cara dele mesmo !
Richard Burton está fantástico no papel de Wagner.
No elenco, além dos estelares mencionados abaixo ainda conta com a presença de Dame Gwyneth Jones e do tenor Peter Hoffman.
Vale a pena adquirir se você achar !
Sómente um detalhe, não tem legendas ...
1983
Wagner Colour This huge nine-hour biographical panorama of the life and times of Wagner includes an impressive cast. Burton plays Wagner, Vanessa Redgrave as Cosima von Bulow, John Gielgud as Pfistermeister, Ralph Richardson as Pfordten, and Laurence Olivier as Pfeufer. Filming took place over seven months, in Switzerland, Bavaria, Venice, Sienna and Hungary.
| Screenplay: Charles Wood |
| Producer: Alan Wright |
| Director: Tony Palmer |
| Running time: 488 minutes |
| Country: Austria, Hungary, UK |
| Available from Amazon.com |
quinta-feira, abril 26, 2007
terça-feira, abril 24, 2007
Simon Boccanegra - G. Verdi no OPERA DE PARIS

Giuseppe Verdi (1813-1901)
Simon Boccanegra
Melodramma en un prologue et trois actes (1881)
Livret de Francesco Maria Piave et Arrigo Boito d’après la pièce d’Antonio Garcia Guttierrez
En langue italienne
Direction musicale James Conlon
Mise en scène Johan Simons
Décors Bert Neumann
Costumes Philippe de Saint Mart Guilet
Lumières Lothar Baumgarte
Chef des Choeurs Peter Burian
Simon Boccanegra Dmitri Hvorostovsky
Jacopo Fiesco (Andrea) Franz Josef Selig
Maria Boccanegra (Amelia Grimaldi) Olga Guryakova
Gabriele Adorno Stefano Secco / Evan Bowers (26 avril, 10 mai)
Paolo Albani Franck Ferrari
Pietro Nicolas Testé
Opéra Bastille Première 10 avr. 2007 19h30
Durée du spectacle 2h45 avec 1
sexta-feira, abril 20, 2007
Montserrat Caballe as Duchesse de Crakentorp - Fille du Regiment - Abril 2007
Uma maravilha ! Caballé fazendo o papel da Duquesa de Crakentorp na produção da Fille du Regiment em Viena no dia 1 de Abril de 2007, e não é mentira não !
quinta-feira, abril 19, 2007
segunda-feira, abril 16, 2007
Hoje no MET de New York

Turandot
Approximate running time 3 hrs. 5 min.
Andrea Gruber, Hei-Kyung Hong, and Richard Margison take on Puccini's final opera, Turandot, the compelling story of one man's bold efforts to melt a ruthless princess's cold exterior. Marco Armiliato conducts.
Dueto do 1º Ato de La Fille du Regiment - Dessay e Flores
Mais uma maravilha desses dois cantores incríveis !
sexta-feira, abril 13, 2007
segunda-feira, abril 09, 2007
sexta-feira, abril 06, 2007
Uma FELIZ PÁSCOA , Cristo Ressuscitou !
Francês- JOYEUSES PÂQUES
Tcheco -VESELE VANOCE
Alemão-SCHÖNE OSTERN
Espanhol-FELICES PASCUAS
Italiano-BUONA PASQUA
Macedônio- SREKEN VELIGDEN
Inglês- HAPPY EASTER
Grego- KALO PASKA
Chinês- FOUAI HWO GIE QUAI LE
Árabe- EID-FOSS'H MUBARAK
Croata- SRETUN USKRS
Hebraico - CHAG SAMEACH PESSACH
Húngaro- Boldog Husveti Ünnepeket
Polonês- Wesolych Swiat
Sueco- Glad Påsk
Holandês-Gelukkig Paasfest
Norueguês- God Påske
Turco- Mutlo (eller Hos) Paskalya
Português- Feliz Páscoa !!!!!
quinta-feira, abril 05, 2007
Met de NYC - Friday, April 6, 2007, 7:30 pm - 11:30 pm

Giulio Cesare
(Julius Caesar)
Approximate running time 4 hrs. 0 min.
Popular countertenor David Daniels returns to sing Julius Caesar at The Met. Sharing the role of Cleopatra are Ruth Ann Swenson and Danielle de Niese, the young star of the recent celebrated Glyndebourne production. The notable cast also includes English mezzo-soprano Alice Coote. Handel specialist Harry Bicket conducts.
Acesso Livre a Deus - Peter Malgo

A Sexta-Feira da Paixão foi o dia em que se rasgou o véu do templo em Jerusalém: "Eis que o véu do santuário se rasgou em duas partes de alto a baixo..." (Mt 27.51). Em 1 Coríntios 11.26 está escrito: "...anunciais a morte do Senhor, até que ele venha." Mesmo que os sofrimentos de Jesus Cristo e Sua morte na cruz sejam o centro das pregações nas igrejas nestes dias da Páscoa, quando não se inclui o final do versículo, "...até que ele venha", isso é somente tradição cristã sem esperança viva.
Quando Jesus estava dependurado na cruz, cheio de dores, carregando os seus e os meus pecados, no momento de Sua morte, o véu do templo rasgou-se de cima a baixo. Tão inimaginável quanto foi o véu abrir-se sozinho e rasgar-se em duas partes, também será extraordinária a volta do Senhor. Quando Jesus, naquela ocasião, passou da vida para a morte, pela Sua morte Ele abriu esse véu do templo. Posteriormente Ele próprio entrou no Santo dos Santos: "Porque Cristo não entrou em santuário feito por mãos..., porém no mesmo céu, para comparecer, agora, por nós, diante de Deus" (Hb 9.24). Quando Ele disse triunfalmente "Está consumado!" (Jo 19.30), e por último gritou em alta voz: "Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito!" (Lc 23.46), o véu do templo rasgou-se em duas partes (v.45). Ao comemorarmos a Sexta-Feira da Paixão e a Páscoa, deveríamos prestar atenção também no véu, na cortina do santuário!
Permitam-me comparar figuradamente o que aconteceu no Calvário com a volta de Jesus Cristo, mesmo que a seqüência dos fatos seja invertida. A volta de Jesus – quem sabe quão breve – terá seu início com um alto brado: "Porquanto o Senhor mesmo, dada a sua palavra de ordem... descerá dos céus..." (1 Ts 4.16). Deveríamos ter sempre em mente esses dois contrastes – a morte de Jesus e Sua volta. Pois então vemos, por um lado, o acesso aberto ao Santo dos Santos, onde Jesus entrou, e, por outro lado, figuradamente falando, parece que o véu move-se novamente porque Ele está retornando. Parece que Jesus se prepara para Sua volta. Ele descerá dos céus dada a Sua palavra de ordem, ao ressoar da trombeta. O sumo sacerdote no Antigo Testamento tinha pequenas campainhas na bainha de suas vestes: "...para que se ouça seu sonido, quando entrar no santuário diante do Senhor e quando sair..." (Êx 28.35). Parece que o sonido das campainhas já se faz ouvir detrás da cortina: "Ele vem! Ele virá em breve!" Se você prestar atenção à Bíblia, se você ficar atento à Palavra Profética, pressentirá que Sua volta está próxima!
Deus deu a Seus filhos o encargo: "...anunciais a morte do Senhor...", e isso sempre tendo diante dos olhos Sua volta: "...até que ele venha." Como podemos fazer isso? Principalmente através de nossa maneira de viver.
O véu que se rasgou no templo é uma ilustração do acesso ao Lugar Santíssimo pelo sangue de Jesus. Assim somos exortados a repensar nossas convicções. Vivemos realmente no Santo dos Santos? Ou nos encontramos do lado de fora do véu? Se considerarmos essa situação, as palavras de Filipenses 3.20 tornam-se muito esclarecedoras: "Pois a nossa pátria está nos céus, de onde também aguardamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo." Mesmo vivendo nesta terra, deveríamos viver como se estivéssemos detrás do véu, dentro do Lugar Santíssimo. Isso é viver na pátria celestial, isso é viver na luz!
quarta-feira, abril 04, 2007
CANTATA "DEUS O MUNDO AMOU"

Neste domingo de Páscoa venha comemorar conosco a ressurreição de Jesus Cristo com a Cantata de Tom Fettke e Camp Kirkland " Deus o Mundo Amou", que será apresentada pelo Coral IBPP, Coral da Igreja Batista em Planalto Paulista, em São Paulo ,SP, sob a regência de Eloisa Baldin. A cantata será apresentada juntamente com cenas do filme de Franco Zeffirelli "Jesus de Nazaré", numa edição feita por Elise Roese.
Que Deus os abençoe nesta Páscoa.
MARANATHA !
segunda-feira, abril 02, 2007
Globalização - a melhor definição ....

SIMPLESMENTE FANTÁSTICA A DEFINIÇÃO.
Pergunta:
Qual é a mais correta definição de Globalização?
Resposta:
A Morte da Princesa Diana.
Pergunta:
Por quê?
Resposta:
Uma princesa inglesa com um namorado egípcio, tem um acidente de carro
dentro de um túnel francês, num carro alemão com motor holandês,
conduzido por um belga, bêbado de whisky escocês, que era seguido por
paparazzis
italianos, em motos japonesas.
A princesa foi tratada por um médico americano, que usou medicamentos
brasileiros.
E isto é enviado a você por um brasileiro, usando tecnologia americana
(Bill Gates), e, provavelmente, você está lendo isso em um computador
genérico que usa chips feitos em Taiwan, e um monitor coreano montado por
trabalhadores de Bangladesh, numa fábrica de Singapura, transportado em
caminhões conduzidos por indianos, roubados por indonésios, descarregados
por pescadores sicilianos, reempacotados por mexicanos e, finalmente,
vendido a você por judeus, através de uma conexão paraguaia.





et cette ambivalence explique peut-être que de nombreux thèmes sibéliens gardent un caractère profondément mélancolique, étrange et secret. Le « thème » des cordes qui ouvre la Sixième Symphonie (1924) en est un magnifique exemple, et les dernières mesures – plus extraordinaires encore - figurent comme une porte ouverte sur le paradis ; le silence - l’éternité ? - devient alors plus musical que la musique. L’homme se trouve dans un état d’émerveillement : plus rien ne viendra le troubler.





